sábado, 1 de junho de 2024

O encontro rápido



     Ela me chamou com uma proposta indecente no meio do expediente. Assim que entrei na loja de óculos, seus olhos provocantes encontraram os meus, e ela me lançou um sorriso cúmplice que dizia tudo sem precisar de palavras. Ela estava satisfeita por eu ter aceitado o convite e aparecido ali.

    Ela se aproximou, disfarçando sua excitação enquanto me cumprimentava, confirmando que tudo estava de acordo com o que havíamos combinado. Com um tom firme e um brilho malicioso no olhar, avisou aos colegas de trabalho que deveriam ficar na frente da loja atendendo os clientes e que ninguém deveria ir até a parte de trás por alguns minutos. Eles acataram sem questionar, esboçando sorrisos cúmplices, já prevendo o que aconteceria ali.

    A loja, com suas prateleiras repletas de óculos e o movimento constante de clientes, parecia o cenário perfeito para nossa aventura clandestina. Eu sabia que, por trás daquele balcão, a atmosfera mudaria completamente. A ansiedade e a excitação misturavam-se enquanto ela me guiava discretamente para trás do balcão, onde apenas a visão acima da cintura era visível.

    Ali, entre as cadeiras, ela me fez sentar. Seus dedos ágeis deslizaram pela minha cintura, e, com um movimento rápido, ela puxou minha calça para baixo, deixando-me exposto. Sem perder tempo, ela se ajoelhou, seus olhos fixos nos meus, refletindo desejo. Quem passava pela frente da loja não fazia ideia do que estava acontecendo ali atrás, mas meu rosto, contorcido de prazer, poderia trair o segredo.

    Seus lábios quentes envolveram-me com uma habilidade impressionante, cada movimento da sua boca enviando ondas de prazer pelo meu corpo. Seus gemidos baixos e as chupadas intensas ecoavam no espaço restrito, tornando o momento ainda mais eletrizante. A sensação era indescritível, e eu podia ouvir os risos abafados dos colegas, que certamente imaginavam o que se passava ali.

    Com movimentos ritmados e precisos, ela me levou ao limite, até que não pude mais conter o prazer. Quando finalmente cheguei ao clímax, ela não hesitou, engolindo cada gota com uma expressão de satisfação. Levantou-se lentamente, seus olhos nunca deixando os meus, e limpou o canto da boca com um gesto sensual. Pegou um copo de água e me ofereceu, dizendo com um sorriso provocador:

    _ "Espero que tenha gostado do atendimento especial."

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

A Ruiva



    O final do semestre na faculdade estava chegando, e a pressão para conseguir boas notas era palpável entre todos os alunos. Eu fazia parte de um grupo de estudo composto por quatro pessoas, mas quem realmente me interessava nesse grupo era Natasha. Ela tinha 21 anos, pele branca, cabelos ruivos, um corpo delicado, seios pequenos e um bumbum que era um verdadeiro convite.

    Já nos conhecíamos há uns dois semestres, desde que entrei nessa turma após mudar do período da manhã para o noturno. Isso se encaixava melhor com o meu trabalho, e desde então eu olhava Natasha de maneira diferente. A atração entre nós era palpável, mas ela estava namorando, o que limitava qualquer chance de algo mais.

    Mas a sorte estava ao meu lado, pois o namorado dela decidiu causar uma briga e eles terminaram. Natasha apareceu na faculdade abatida e carente, e quando perguntei como estava, ela se abriu comigo.

_ Não estou bem, me sinto sozinha após o término. Acho que fiz a decisão certa, ele só me estressava. Estava difícil, ele nunca parecia me ouvir.

_ Quem perdeu foi ele. Você é areia demais pro caminhãozinho dele. Se ele não se arrependeu ainda, logo estará correndo atrás quando te ver seguindo em frente.

_ Você acha?

_ Tenho certeza. E não escondo que sempre tive um interesse por você. Seu cabelo ruivo, pele branquinha, rosto que parece uma boneca de porcelana... bem, deixa pra lá. Mas saiba que eu adoraria explorar isso.

    Rimos e logo outro colega do grupo de estudos se aproximou, mudando o assunto para a prova que tínhamos pela frente. Depois da prova, saímos praticamente juntos e ficamos discutindo sobre a prova.

_ Como você vai para casa?

_ Vou de ônibus. Vou esperar na frente da faculdade.

_ Faltam umas duas horas para ele chegar. Não quer uma carona?

_ Não sei, é meio fora de mão para você.

_ Sem problemas. Na verdade, estava pensando em dar uma volta por aquela região próxima à sua casa.

_ Tudo bem então, só espero não estar atrapalhando.

_ Jamais. Vai ser ótimo ter sua companhia para esquecer um pouco dessa prova.

    No estacionamento, quando ela entrou no carro, resolvi arriscar e me aproximei do rosto dela, esperando ver se haveria reciprocidade. E ela não hesitou, me deu um beijo como se estivesse esperando por isso há muito tempo. Foi rápido, e logo ela se surpreendeu com o que tinha feito, mas eu apenas sorri

_ Vamos dar uma volta antes de eu te levar pra casa. Tudo bem pra você?

_ Claro. - ela disse, com uma expressão envergonhada.

    Nosso passeio nos levou a um bairro afastado, ainda em desenvolvimento. Era um lugar tranquilo, e ela estava um pouco tensa e apreensiva, o que era compreensível. Assim que parei o carro e a beijei novamente, o clima esquentou. Ela veio para o meu banco e sentou em cima de mim, roçando vagarosamente enquanto minhas mãos exploravam seu corpo. O toque sutil em seu sutiã fez com que ele se abrisse, dando-me a pista de que podia ousar mais.

    Em um certo momento, reclinamos o banco, e ela se ajoelhou para me dar um oral. A maneira como ela me olhava, mordendo os lábios enquanto se abaixava, era excitante. Ela rapidamente tirou minha calça e minha cueca, revelando meu membro, que ela prontamente abocanhou, ávida por prazer.

    Mal podia acreditar que toda aquela intensidade estava se revelando naquele rosto angelical, que havia se transformado completamente em uma safada, emanando uma aura de desejo enquanto me envolvia em carícias provocantes. Seus lábios me tocavam com suavidade, deixando um rastro de umidade que despertava meus sentidos. Seus olhos, cheios de êxtase, diziam mais do que palavras poderiam expressar, saciando uma fome que estava adormecida

    Histórias insinuantes sobre ela surgiram durante nossas conversas mais calorosas, mas nada poderia me preparar para presenciar isso pessoalmente. Anseio por explorar cada instante desse encontro, aproveitando cada momento compartilhado. Pedi gentilmente para que ela se libertasse das vestes, enquanto minhas mãos percorriam minha própria jornada.

    O que já era atrativo com roupas tornou-se uma visão arrebatadora sem elas. Seu corpo, uma obra de arte, estava diante de mim, despertando anseios intensos. Desejava preencher a lacuna entre nós, mas antes permiti que minhas mãos explorassem sua pele, despertando arrepios de prazer.

    Sugeri mudarmos de posição, deixando-a repousar no banco. Seus olhos me desafiavam, suas pernas acolhiam o espaço ao meu redor. A visão de sua boceta rosada, pronta para ser explorada, provocava uma tensão deliciosa. Lentamente, rocei meu membro na entrada de sua umidade, sentindo-a reagir com uma doçura excitante.

    Seu desejo era palpável, uma ânsia por satisfação acumulada ao longo do tempo. Que não me contive em comentar:

- Aquele ex-namorado é um otário, admito, mas graças a ele estou experimentando tudo o que desejei desde que nos conhecemos.

- Esqueça aquele pinto pequeno, me foda! Quero te sentir dentro de mim. - Ela implorando por minha proximidade.

    Cedi ao chamado e, em um movimento, nos conectamos. Ela estremeceu, prazer fluindo como uma corrente elétrica. Os gemidos suaves que escapavam de seus lábios eram testemunhas da paixão ressurgindo em novas formas. A embriaguez do momento nos envolveu, uma sinfonia de emoções misturadas.

    Vidros embaçados, carro vibrando, nossos corpos dançavam nessa melodia. Enquanto saboreava seus seios, mordiscando-os com ternura, ela confessou o quanto aquela sensação estava gostosa, enquanto delirava de prazer, dei logo um tapa, afirmando com um toque de intensidade que era para ela ficar calada e só falar algo quando necessário.

    Mas o necessário foi mais rápido que eu pensava, ela solta pouco depois.

_ Parece que tem alguém vindo para cá, vejo uma luz vindo em nossa direção.

    Lancei um olhar rápido para o para-brisa e meus olhos captaram o contorno de uma figura se aproximando do carro. A adrenalina correu pelas minhas veias, e meus instintos me levaram a acelerar o carro, deixando para trás aquela situação. Meu coração batia descompassado, uma mescla estranha de excitação e ansiedade. Enquanto dirigia, não pude conter um riso nervoso, como se as emoções estivessem em turbilhão.

    Finalmente, escolhi uma distância segura e estacionei. Vestindo minhas roupas, senti uma mistura de alívio e expectativa. Ela, no entanto, tinha outros planos e expressou um desejo.

_Com o carro parado, ela sorriu maliciosamente e murmurou:

_ Não precisa se vestir todo. Deixa pelo menos isso para me entreter enquanto você me leva para casa. Afinal, que tal concluirmos o que começamos e, é claro, eu preciso te agradecer pela carona.

    Então, comecei a dirigir a uma velocidade entre 10 e 20 km/h, desfrutando ao máximo daquela experiência sensual. Seus lábios envolviam-me com habilidade, evitando qualquer derramamento, enquanto eu admirava sua atitude ousada. Era fascinante como aquela ruiva de aparência angelical podia se revelar tão ousada.

    Após alguns momentos, escolhi uma vaga discreta para estacionar o carro. Era como se ela soubesse exatamente o que fazer quando o carro parou. Ela acelerou suas ações, intensificando o ritmo, e eu me permiti sucumbir ao prazer crescente. Sua habilidade em me proporcionar prazer estava além do que eu poderia imaginar.

    O clímax se aproximava e, com uma conexão intensa entre nós, experimentei um orgasmo intenso, liberando o prazer que havia se acumulado. Ela continuou, determinada a não desperdiçar nada, prolongando cada momento de êxtase. Sua dedicação e intensidade eram surpreendentes, como se ela desejasse tirar até a última gota de prazer.

    Após aquele momento sublime, seguimos nosso caminho, compartilhando risadas e uma sensação de êxtase compartilhado. O ar estava carregado de um misto de satisfação e antecipação. Foi quando ela perguntou, com um toque de diversão:

_Por acaso, você tem uma bala? Não quero chegar à casa da minha avó com bafo de porra._

Com um sorriso divertido, respondi prontamente:

_Claro, tenho algo na minha mochila que pode ajudar. _ mecho um pouco na mochila e lhe entrego um hall refrescante.

    Nesse momento, parei o carro em uma esquina próxima à casa dela. Enquanto nos despedíamos, senti uma mistura de antecipação e excitação no ar. Nossos lábios se encontraram em um beijo cheio de promessas e desejo. Com um olhar malicioso, ela sussurrou:

_Mal posso esperar pela próxima vez... até logo._

  Ela saiu do carro com uma confiança cativante, deixando-me ansiando por mais. Observando-a desaparecer na noite, senti uma onda de expectativa e satisfação por essa noite cheia de surpresas.

    Mais tarde, em casa, uma mensagem dela aguardava no meu telefone:


    É realmente uma pena que as coisas não tenham se desenrolado conforme planejado. Poucos minutos após aquele encontro, o namorado dela apareceu na casa, e eles conseguiram retomar o relacionamento. Deve ter beijado a boca dela pagando um "boquete por tabela", para aprender a parar de ser menos otário e estragando um final de semana que ia ser ótimo, mas tudo bem.

    Desde então eles deram certo e estão até hoje junto como uma família e nossa amizade perdura com esse desejo de reviver aqueles momentos, um flashback do que poderia ter sido, continua vivo como uma curiosidade que nunca adormece.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

A saga de Artemis

    Após um começo incrível, que dispensa apresentações, e uma conexão maravilhosa em nossas conversas, me sentindo como um mestre passando conhecimento para uma pupila ansiosa para absorver tudo, não demorou muito para marcarmos uma segunda rodada para apagar o fogo da pequena faísca que estava a crescer entre nós. O problema é que a faísca estava sendo apagada com gasolina se tornando um fogo avassalador.
_ Artemis, te quero novamente, quero teu corpo e tudo que você possa me oferecer.
_ Onde? Quando? Estou sempre pronta para te ver e estar com você.
_ Agora! Vou te buscar, se prepare.
_ Daqui a 10 minutos te encontro na pista de skate.
_ Combinado, detalhe: vou de moto hoje, quero um pouco de adrenalina.
_ Só se for com emoção.
    Encontrei-me no lugar combinado com uma pontualidade britânica, e o que me encantou foi ver de longe sua silhueta aparecendo. Parecia, com um olhar tímido, me ver e um sorriso se abrir. Não nego que esses momentos deixam o Sr. Bull fragilizado. Uma moça toda meiga, frágil e feminina se aproximando de mim, com traços delicados, mas logo mudou quando, a poucos metros, fez quase uma pose descontraída e terminou dizendo 'vamô?'. Rimos e, assim que ela subiu na moto, aceleramos, cortando a cidade em poucas curvas e alta velocidade, até chegarmos à porta do motel. Meu coração acelerado, mas o banco 'molhado' só pelo toque e proximidade de nossos corpos.
   Com um misto de entusiasmo e nervosismo, abrimos a porta do quarto e adentramos. Não era apenas o ambiente que aquecia, mas também a intensidade do que sentíamos um pelo outro. Vou logo ao banheiro enquanto Artemis ligava o som e se produzia na cama ao meu aguardo, olho para ele digo:
_ O primeiro banho eu tomarei sozinho, o segundo quero ver suas mãos deslizando por todo o meu corpo.
_ Sim meu senhor!
    Logo após tomar um rápido e refrescante banho retorno ao seu encontro e a música começa a tocar "The Weeknd - Call Out My Name", e a via na cama me encarando de cima para baixo, com seu olhar penetrante de boca entre aberta, me olhando saindo do banho apenas de toalha e aproximando de seu corpo sedento, que se vestia por uma fina lingerie vermelha e utilizando os longos cabelos em um rabo de cavalo, para afastar o cabelo de sua linda e delicada face, a cada passo que dava em sua direção via sua respiração ficar mais ofegante, até ficar de frente a ela, que agora se deitava a cama e me dizia com os lábios "me coma!".
_ lhe foderei essa noite, como uma boa cadela merece. _ Lisonjeada ficarei. _ enquanto mordiscava os lábios.
    Deixo a toalha cair aos meus pés revelando minha excitação que foi acompanhado por um audível gemido suave da boca de Artemis, seguido por um "me possua", me posiciono acima de seu corpo, mantendo contato visual, enquanto passo próximo ao seu corpo. Meu olhar fixo no seu, minha mão deslizando suavemente, explorando a textura macia da sua pele, sentia o aroma do hidratante de pêssego. Ao chegar em sua cintura, num rápido movimento a trago para perto, envolvendo-a em um abraço, enquanto nos entregamos a um beijo cheio de intensidade.
    Apreciando cada detalhe do seu corpo como se fosse uma sobremesa, sentindo o sabor lentamente, sem pressa, como quem saboreia algo delicioso e não quer que acabe rápido. Artemis me abraçava, como se quisesse absorver cada essência do meu cheiro, respirando fundo para capturar todos os aromas. Então, começou a explorar meu corpo com beijos suaves e carícias, apreciando cada momento com a delicadeza de sua língua em meu corpo.
    Seus beijos deixaram minha boca e seguiram uma trilha suave por todo o meu corpo, descendo do pescoço ao peitoral, passando pelo abdômen e chegando ao seu destino final, meu pau sendo devorado em sua doce boca, como um picolé em um dia de calor, sempre ao me olhar fazendo uma gostosa e sincronizada sucção, rapidamente recomeçando com movimentos de vai e vem com a cabeça como se querendo engolir um pedaço de mim, e no estralar de sua boca ao soltar meu membro ela me olha e diz em poucas palavras "seu gostoso", já retornando a mamada fenomenal ao qual me proporcionava.
    Já entorpecido de prazer, lhe giro ficando sobre seu corpo, puxando sua lingerie para fora de seu corpo agora totalmente desnudo e visivelmente molhado como que implorando minha entrada em seu corpo, que faço lentamente enquanto seu corpo se acostumado com o objeto estranho que agora lhe invade, apertado, quente e úmido, como esperado me agrado sentindo cada reação de prazer dela, que agora agarrada e beijando meus braços que lhe envolviam, enquanto ficam mais agressivos meus movimentos, ouvindo a batida de nossos corpos.
    Gemidos é o som que ecoam no quarto, enquanto Artemis se treme de prazer, tentando resistir sem sucesso o seu gozo que se aproximava, o primeiro da noite, com a força de suas contrações expulsam meu pau de dentro de seu corpo enquanto revirava os olhos e se sentia sensível ao toque em seu corpo,  retornei a lhe penetrar, para continuar intensamente a fazer a melhor noite da vida dela.
    Ordeno que fique de quatro, prontamente ela se posta na posição me deixando ter uma bela visão de seu corpo e desejo, me vencendo em querer logo estar dentro desse corpo de sedução. Ao adentrar posso sentir a troca de calor de nossos corpos se aumentarem, com a fricção de pele e o tesão aumentando.
    A cada tapa um gemido mais intenso e um sorriso em seu rosto que insistia em vir acompanhado de uma lenta passada de língua em seus lábios, me enlouquecendo, logo a faço deitar o tronco na cama, ficando com aquela maravilha de bunda empinada para mim, e já forço sua cabeça na cama com meu pé em cima, enquanto lhe penetro com vigor, puxando seus cabelos como podia, e deixando a marca de minha mão naquela preciosidade redonda ao qual batia selvagemente com meu quadril até sentir desfalecer na cama.
    O tempo parecia ter parado para apreciar aquele momento de prazer intenso. Ao colocá-la ao meu lado, segurei seu pescoço a sufocando, enquanto seu sorriso irradiava a cada estocada, quando a sentia estar prestes a gozar lhe dava um forte tapa em seu rosto e mandava gozar como uma boa putinha obediente e que utiliza-se sua mão para abrir mais a abertura de sua bunda para que eu pudesse penetrar mais  fundo, sem resistência me obedecia, a cada tapa, arranhão, beijo e chupada que lhe dava, parecia  rondar eletricidade em seu corpo, até ter uma explosão de orgasmo.


    Estávamos chegando ao final de nossa noite e quase gozando, enquanto lhe peço que deite de barriga para cima e fique com a cabeça fora da cama olhando para mim, assim fez, sem entender muito bem, então digo:
_ Você parece querer me engolir, vou te proporcionar a sensação que está querendo.
_ O que preciso fazer?
_ Apenas ficar de cabeça para baixo abrir essa boquinha e segurar essas mãos ao meu corpo, para ajudar a controlar o movimento até onde meu pau vai poder entrar nesta boquinha, espero alcançar o fundo da garganta, conseguirá aguentar?
_ Me esforçarei ao máximo.
_ Tenho certeza que minha putinha fará o necessário para mim.
    Meu pau foi adentrando sua boquinha, que fazia maravilhas e loucuras, que me chupava com muita vontade e intensidade, mas agora estava a devorar meu pau com profundidade, logo lhe aperto a garganta para saber até onde lhe invadia, a primeira tentativa me dá 3 tapinhas no braço avisando para recuar:
_ Nossa!
_ Está tudo bem? posso continuar ou já quer desistir?
_ Não, eu quero continuar é uma sensação gostosa sentir seu pau assim, nunca pensei que poderia existir um pau tão gostoso como o seu.
_ Então, vamos mais uma vez, até você se acostumar


    E as penetrações sempre lentamente, se tornaram mais profundas, com menos resistência, que conseguia sentir o relevo e movimento de sua garganta com minhas mãos apertando, agora já estava com a respiração mais controlada, mas ainda me avisando a retornar antes que conseguisse me engolir tudo, pouco tempo depois me pediu que queria descansar, mas que estava adorando me sentir daquela maneira.
_ Hoje você vai tentar de novo engolir minha porra, não vou aceitar que jogue fora um pedaço de mim.
_ Podemos tentar, mas lhe digo que nunca fiz isso.
_ Irá aprender, para me agradar e me satisfazer.
_ Sim meu senhor gostoso.
_ Minha puta está sendo uma boa garota.
    Já de joelhos a meus pés, me chupava com vontade, querendo me retribuir todo prazer que estava sentindo, me dizia que a fiz sentir prazer como nenhum homem jamais havia feito e que iria fazer ser recíproco, consenti seu desafio, mas que não seria fácil, pois já vivenciei prazeres intensos e momentos únicos difíceis de serem superados.
    Meu gozo logo se aproximou e puxo seu rosto para junto de meu corpo, enquanto lhe encho a boca de minha porra, que agora Artemis tentava engolir, conseguindo apenas uma parte e querendo vomitar o restante acaba cuspindo no chão, então passo meu pau em seu rosto como desapontamento, e lhe busco um copo d'água e aguardar sua melhora.
    Com sua melhora, vamos ao banho ao qual esperei ansiosamente, ver ela me limpar, entro embaixo do chuveiro e aguardo a sua chegada, que vem a meu encontro com seu olhar brilhante de quem teve a melhor noite de sua vida e agora admirava ao responsável por tudo aquilo, suas mãos percorrem todo meu corpo, ora ensaboando, olha beijando e saboreando meu sabor.
    Agora ambos vestidos e satisfeitos vamos embora, com menos adrenalina, mas apreciando o tempo juntos e a noite que nos cobria com seu véu estrelado. Nos sentando a praça próximo a sua casa para conversar antes de nos despedirmos, já organizando nossas próximas aventuras, subir acima de uma caixa d'água para fazer sexo olhando a cidade em uma lua cheia nos iluminando a pele, sexo no intervalo de almoço o qual ela tinha acesso ao quarto 108 no hotel próximo do serviço, que é reservado como seu quarto de descanso, as ideias me deixavam excitados e ao mesmo tempo ansioso em serem realizados.
    Nos despedimos com um longo beijo e lhe fiz algumas regras para que fossem cumpridas para ver seu grau de comprometimento com nossa relação e claro ter controle de tudo como um bom dominador e protetor.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Artemis em sua caçada

    Eram 5h da manhã, o despertador insistia em me lembrar do dia de trabalho. A noite mal dormida pesava sobre mim, o cansaço era visível, mas a disciplina me impulsionava a seguir em frente. Hoje era dia de corrida, e meu ânimo estava tão baixo que parecia que eu ia apenas caminhar, sem esperar uma performance notável. No entanto, prometi a mim mesmo me preparar adequadamente: um vestuário apropriado, um café da manhã reforçado e, é claro, uma boa hidratação para enfrentar os 7,5 km de subidas e o sol inclemente.
    Cheguei cedo para ajudar na organização do evento, junto com amigos próximos envolvidos. As pessoas começaram a se aglomerar, todas cheias de entusiasmo e euforia, irradiando otimismo. Quando o momento da largada se aproximou, pensei comigo mesmo: "Vou acompanhar o último colocado. Ter uma boa companhia de alguém pouco empolgado e ajudar quem possa ter problemas no caminho." Posso ter um lado mau às vezes, mas tenho um bom coração para querer ajudar o próximo.
    Com a largada dada, enquanto todos gastavam suas energias tentando garantir uma boa colocação, eu comecei num trote tranquilo, mantendo uma velocidade constante. Logo, os que haviam tentado uma arrancada inicial se encontravam recuando, e a história começava a ganhar interesse. Aproximei-me deles, um rapaz mais rechonchudo, claramente não preparado para a corrida, e uma mulher loira, fisicamente bem condicionada, que parecia estar motivando o amigo.
    Deixe-me apresentar essa notável mulher, Artemis. Pele branca, um braço tatuado que realçava suas cores, pernas torneadas e um bumbum de proporções medianas, mas muito redondinho, que parecia chamar meu nome a cada passo "se-nhor-bull, se-nhor-bull". Barriga chapada, seios delicados, olhar penetrante com cor de mel (não percebi isso de imediato, mas conforme a história avançar conheci este olhar), uma mulher alta, com feições sérias na corrida, mas ocasionalmente revelando um sorriso delicado de uma mulher meiga, capaz de derreter o coração dos mais desavisados. Seus cabelos eram longos, de tons castanhos e pontas louras.
    Ao acompanhar essa dupla sem fazer contato direto, apenas por proximidade, recebi olhares questionadores, como se tentassem entender por que eu estava ali com eles. Mas logo esses olhares foram ignorados, e percebi que Artemis estava motivando seu amigo a não desistir, prometendo estar ao lado dele até cruzarem a linha de chegada. Numa parte difícil do percurso, a subida, os bombeiros fizeram um comentário infeliz: "Vamos, acelerem! Estou atrasando minha guarnição para trocar de serviço."
_"Se estiverem com pressa, passem por cima ou deixem a gente para trás, não irei abandonar meu amigo".
_"Desculpe, moça. Era só uma brincadeira. Podem seguir em frente, boa corrida. E se precisarem de algo, estamos aqui para ajudar", respondeu o bombeiro, agora constrangido.
    Soltei uma risada diante da defesa ardente que ela fez pelo amigo, que estava claramente dando o máximo de si para terminar a corrida. Ela percebeu e sorriu de volta, como se a barreira entre nós estivesse se quebrando, permitindo uma abertura para conhecer melhor essa mulher que havia chamado tanto minha atenção. Já perto do final da corrida, ouvi o amigo dela reclamar, tentando encontrar água.
_"Artemis, vai demorar muito até o próximo ponto de hidratação. Acho que não vou aguentar", disse ele, claramente exausto.
_"Não seja bobo! Continue caminhando. Estamos quase lá, logo encontraremos água", disse Artemis, correndo de costas, quase dançando e cheia de animação.
_"Nunca vi tanta animação nos últimos lugares de uma corrida. E aviso, na próxima curva tem um ponto de hidratação", informei a eles.
    Ela me encarou, sorriu e agradeceu a informação, mantendo sua animação. Cruzamos a linha de chegada, nos hidratamos e comemos frutas disponíveis. Fiquei por pouco tempo, despedi-me da organização, parabenizei-os pela iniciativa do evento, mas não pude ficar mais, já que tinha outros compromissos. O final do ano traz consigo muitas confraternizações para comparecer.
    Poucas horas depois da corrida, quando já estava imerso em outros compromissos e pensamentos, recebi uma mensagem inesperada. Era da Nadia, uma amiga envolvida na organização do evento. Fiquei intrigado, pois raramente nos falávamos fora do contexto dos eventos esportivos. Abri a mensagem com curiosidade.
_"Oiieee!"
_"Bom dia, está tudo certo?"
_"Está sim. Entrei em contato para te avisar que você está arrasando corações na corrida."
_"Como assim? Mal corri, cheio de olheiras e parecendo alguém que saiu de uma balada e foi tentar a sorte em um percurso de Crossfit."
_"Ha ha ha, bom, uma moça pediu para te agradecer pelo apoio e companhia na corrida."
_"Moça? Que moça?"
_"Ela disse que você a achou muito animada. Você saberia quem é?"
_"Agora sim, me lembro bem. Difícil esquecer dela."
_"Ela pediu para te passar o número dela, posso passar?"
_"Pode sim, vou agradecer os elogios posteriormente."
_"Pois faça, porque olha, é uma bela moça."
_"Sim, me atraiu alguns olhares."
    A mensagem me pegou de surpresa. Artemis, uma mulher tão enigmática e forte durante a corrida, aparentemente tinha uma curiosidade genuína sobre mim. Confesso que seu interesse me intrigou. Seria uma ótima oportunidade para conhecê-la melhor.
    Finalizo a conversa e sigo para a confraternização. Embora eu tenha pensado em mandar uma mensagem naquele momento, para um primeiro contato seria melhor estar sóbrio - algo que não seria possível naquela situação. Realmente, saí meio cambaleando até chegar em casa, adormecendo logo em seguida. No dia seguinte, acordei me sentindo meio ruim, pensando que exagerei no consumo de álcool, e decidi deixar para mandar uma mensagem no próximo dia, sem pressa.
    Chegado o dia seguinte, cedo, a adicionei aos contatos e tentei iniciar uma conversa.
_"Bom dia, obrigado pelos elogios. Foi ótimo correr com sua animação ao lado."
_"Booom diaaaa! Eu quem agradeço ter seu apoio ao meu lado. Tenho certeza de que você teria disposição para terminar a corrida em uma melhor colocação, mas continuou a nos fazer companhia nos últimos lugares."
_"O final estava mais interessante do que a corrida à frente."
Ela ri e a conversa fluiu de forma natural. Artemis era cativante. A medida que o tempo passava, percebi que ela era muito mais do que a impressão inicial que tive: uma mulher determinada, mas também calorosa e divertida, mas sempre com um certo mistério a esconder. Não resisto e pergunto:
_"O que fará hoje à noite? Tem algum compromisso?"
_"Nada, estou com a agenda livre hoje à noite."
_"Ótimo, agora tem um compromisso comigo hoje à noite, coloque na sua agenda."
_"Ha ha ha, ok, e o que faremos?"
_"Vamos passear um pouco, nos conhecer e ver o que mais pode acontecer."
_"Hummmm, tudo bem, eu topo!"
    Naquela noite, enquanto o sol se punha, eu me encontrava um tanto nervoso, porém animado, aguardando o momento de sair para o encontro com essa misteriosa e encantadora moça. Preparei-me com cuidado, escolhendo uma roupa casual, mas apropriada para a ocasião, tentando manter o equilíbrio entre parecer interessado e não exagerar.
    Pontualmente, apareço na localização combinada, a buscando em casa. Assim que a vi, Sofia estava deslumbrante, com um sorriso cativante e um brilho nos olhos que me fez sentir instantaneamente à vontade. Ela tinha um estilo próprio, despojado e ao mesmo tempo elegante.
"Oi!" ela disse com um tom animado.
"Olá, Artemis! Que bom te ver", respondi, tentando controlar os nervos.
    Decidimos ir para um local mais tranquilo e afastado da cidade, onde a movimentação era menor. Ao sairmos do carro, começamos a conversar, apreciando a bela paisagem ao nosso redor. Era impossível não notar a presença marcante dela, sua figura encantadora e sua personalidade vibrante. Havia uma energia mútua entre nós, um desejo mútuo que se refletia em nossos olhares.
_ Eu via seus olhares indiscretos para mim, que me deixou balanceada em querer mais e conhecer mais desse homem, com esse sorriso, esse maldito sorriso que me atrai.
    Nossos beijos e toques se tornaram mais ousados, minha mão pairava sobre sua bunda a todo momento em fortes apalpadas, enquanto direcionava sua mão a meu membro já rígido que roçava em suas pernas, dentro de minha calça, ela sobe a mão como que resistindo ao que o corpo estava nitidamente implorando em ter.

    Neste momento, vi a fúria nos olhos de Artemis, mostrando que a garota tinha garras e bem afiadas.
_"Passe por cima então! Não vamos acelerar por causa dos seus problemas pessoais", rebateu ela, com firmeza.

    À medida que o clima se intensificava, nossas trocas de olhares se tornaram mais intensas, e as palavras deram lugar a gestos mais ousados. Houve uma proximidade maior, beijos suaves e conversas que aqueciam nossos corpos.
_ Que sorte te te encontrado naquela corrida.

_ Sente no carro. _ digo com determinação enquanto a jogo no banco.     Me aproximo, com o gesto de abaixar o zíper e colocar em exposto a excitação que se explodia, ela de imediato a segura a ordeno a me chupar, mas ela resiste fala que não poderia fazer isso, que teria vontade de me dar gostoso, falei que poderia dar que lhe foderia com vigor.
_ Não, aqui não poderíamos transar sem o risco de sermos pegos. _ Então, vamos para um lugar mais seguro, claro, se você quiser. _ Quero sim, muito! você me deixou fora dos eixos e encharcada aqui embaixo.
    Sem cerimônia lhe toco a buceta sentido seu calor e umidade, e vamos a um motel onde ficaríamos mais a vontade, ao chegar já vamos entrando no quarto e fico vendo seu olhar refletia uma grande atração por meu corpo, como se desejando cada centímetro meu, sem cerimônias lhe dou um beijo ardente.


    Me encarava com desejo, enquanto a despia de suas vestes, revelando um corpo delicioso que estava a esconder e se mostrou muito devassa, suas mãos percorrem meu corpo como não acreditando me ter ao seu lado, absorvendo cada momento. Artemis irradiava uma sensualidade natural, e a forma como nos tocávamos transmitia uma sensação de descoberta mútua e fascinação.
    Já sem suas vestes, a ordeno a retirar as minhas, obedecendo e retirando cada peça saboreando meu corpo com beijos e deslizando suas mãos quentes, sempre tentando me encarar nos olhos me penetrando com seu olhar, ao tirar a minha cueca, começou a mordiscar por cima antes de finalmente revelar o conteúdo agora rígido próximo ao seu rosto que logo foi abocanhado e com fortes sucções que me levavam ao delírio, logo me deito a cama enquanto ela me acompanhada quase sem desgrudar a boca de meu pau.
    Ordeno que fique de quatro, por queria ver aquela bunda que tanto que atraia a atenção, rapidamente se postou na posição soltando a frase que mais amo ouvir "Sim senhor!", aquela meia luz, que parecia destacar as pinturas de seu corpo e me deixando louco para lhe penetrar e sentir seu calor exalado de dentro de seu corpo.
    Logo o fiz, sentindo meu pau entrar cada centímetro em seu buraquinho apertado que parecia estar sedento para um pau de verdade lhe preencher, em leves movimentos que logo se aceleraram, soltando um forte tapa em sua bunda que estava marcada com meu dedos, lhe fodendo com vigor enquanto lhe ouvia gemer e se contorcer, já aproveitando aquele longo cabelo para se enrolar em minhas mãos e puxar seu corpo para minha direção, socando mais forte dentro dela.
    A cada tapa, puxão de cabelo e mais agressões que fazia, a via que gostava de ser tratada como uma boa cadelinha no cio, logo já a deito de ladinho para lhe foder, enquanto lhe apertada a garganta e encarava de perto suas reações.

    Suas mãos se apoiavam em mim, enquanto lhe fodia com força, sua bucetinha de aço que não cansava de ganhar pirocada, quando a via chegar próximo do gozo já lhe desferia um forte tapa no rosto e a ordenava gozar no pau do seu dono, ela resistia em me obedecer, alegando que acabaria o tesão se gozasse agora.
    Sem lhe dar ouvidos, passo minha mão agora a seu clitóris, massageando para lhe ajudar a chegar mais rápido e sem controle ao seu ápice do prazer e melar meu pau com seus fluídos, que logo a fez em pouco tempo, sentindo seu ventre pulsar em meu membro rígido já fincado fundo de sua boceta, enquanto aguardava as vibrações passarem e ela quase babando de prazer.
    Logo pergunto a Artemis:
_ O tesão passou? _ enquanto fazia movimentos sutis de vai e vem dentro dela.
_ Você é incrível, quero mais e mais do que você tem para me dar.
_ minha meta será ser o melhor sexo que você já teve ou poderá sonhar em sua vida, veremos o quanto esse corpo aguenta gozar.
    Testando diversas posições, papai e mamãe, de lado, cavalgando e que cavalgada quase me fez perder o controle, mas tinha que segurar mais, o leitinho estava reservado para ser despejado em outro lugar, quanto mais a tratava como minha putinha, que estava ali para me dar muito prazer, mais ela se satisfazia com esse papel, vejo a cadeira do sexo e a peço para deitar e se abrir bem para mim, enquanto lhe socava com força e profundidade, lhe aproximo de seu ouvido e indago:
_ Até onde você estaria disposta em me servir?
_ Por completa, pode fazer o que você quiser.
_ então empina essa bunda para mim que quero lhe foder todos os buracos que você pode me oferecer.
    Seus olhos arregalam e diz rapidamente sem pensar muito, ou esperar que eu a virasse.
_ Não, no cu não! Qualquer coisa, menos no cu, só dei uma vez e doeu muito
    Tentei de todos argumentos e sedução possível, mas ela estava resistente até mesmo traumatizada mesmo pela má experiência passada, logo desisti de momento, mas deixando como meta que aquele cuzinho seria possuído por mim, e ainda levaria leitinho dentro, deixando minha marcação pessoal.
    Já com corpos cansados e quase desidratados de uma noite intensa de sexo e sua mão sempre a percorrer meu corpo e sempre que tinha oportunidade apertava com suas mãos meu pau, como se apaixonado por ele.
_ Me chupe, quero te ver tomando minha porra!
_ Vou chupar e chuparei muito, pois é muito gostoso chupar esse seu pau, pode gozar na boca, mas não engolirei, nunca fiz isso!
_ Nunca fez, mas aprenderá, você vai aprender o que eu te mandar a fazer e fará como uma boa garota que é, sendo obediente as minhas vontades.
    E como ela chupa bem, com vontade, com gosto e soltando leves gemidos, como se sentindo prazer em estar fazendo aquilo, logo a coloco de joelho, pois quero ver aqueles belos olhos enquanto sua boca ocupada me fazia sentir prazer. Quando o gozo estava próximo a ordeno a abrir a boca e deixar a língua do lado de fora, gozando fartamente em sua boca e vendo minha porra escorrendo em sua língua e passeando por seu corpo, ao terminar, dou mais umas socadas de pica em sua boca, e umas surras de pau em seu rosto, agora vendo seu sorriso, satisfeita com o trabalho que acabará de fazer.
     Tomamos um ótimo e gostoso banho, sentindo suas mãos percorrendo meu corpo e realmente, a vendo encantada em estar sendo possuída por mim, como se estivesse realizando um sonho que tanto ansiava em realizar, logo percebendo que eu fui a presa de sua caçada, revelando que já tinha me visto em outros momentos, mas que não imaginava que conseguiria uma chance de experimentar meu corpo em suas palavras "esse corpo gostoso", rimos e então a levo de volta em casa, que rapidamente nos despedimos com um beijo e ela seguindo para dentro de casa.
    A disposição dessa mulher, seria uma ótima submissa, tem algumas resistências que podem ser trabalhadas, para se tornar mais obediente a mim, fazendo todas as minhas vontades, pois os critérios de querer satisfazer seu dono e se comprometer a mim ela já tinha, só faltava descobrir alguns prazeres, melhorando a si própria, sentindo prazer onde menos se esperaria.
    Após um sexo tão gostoso e intenso, rapidamente marcaríamos outra saída, que logo de manhã já fui com esse propósito, e lhe ameacei a bater para se tornar uma putinha melhor para seu agora dono, para não ter muita resistência, que iria aprender a tomar minha porra, uma parte de mim que lhe dou como recompensa pela ótima noite, não poderia ser assim desperdiçado e que me daria aquele cuzinho, me serviria por completo, logo segue nossa conversa.



    "O problema é que vai ser de um jeito que você gosta", e como ela gosta!

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Conhecendo o Paraíso Perdido

    Decidimos comprar um pacote de viagem para maio, que se apresentava como o mês mais acessível. Devido às restrições da Covid-19, a oportunidade de viajar estava ainda mais atrativa, especialmente considerando que a maioria dos destinos oferecia uma experiência mais privada devido à baixa ocupação. Optamos por Jericoacoara - CE, um refúgio paradisíaco e extremamente romântico.

    O trajeto até esse pequeno vilarejo exigiu um considerável deslocamento, mas o esforço se mostrou recompensador ao permitir-nos descansar e aproveitar o dia. Depois da longa jornada até o local, chegamos apenas à noite, buscando repouso merecido.

    Na manhã seguinte, ao abrir as cortinas do quarto, a grandiosidade do paraíso que nos cercava tomou conta de mim. Embora meio sonolento, me deparei com uma piscina convidativa. Decidi mergulhar, o frescor da água despertou meus sentidos, energizando meu corpo e dissipando a fadiga acumulada. Minha esposa, igualmente contagiada, percebeu que as tensões do trabalho estavam se dissipando naquele ambiente sereno.

    Após nos aprontarmos, embarcamos em nossas explorações turísticas. A beleza do local nos levou a questionar: "E se deixássemos tudo para trás e nos permitíssemos viver com o mínimo necessário neste paraíso?"


    O primeiro dia de passeio nos levou através das praias e vielas locais, explorando recantos desertos e deslumbrantes. A tranquilidade que permeava aquele lugar era de uma magnitude singular. Durante o passeio de buggy, chegamos ao tão cobiçado Buraco Azul. A temperatura da água era calorosa, ideal para flutuar por horas, enquanto os raios solares desempenhavam seu papel revitalizador. Assim, me entreguei à natação e à flutuação, liberando as tensões acumuladas e absorvendo o merecido descanso.

    Enquanto minha esposa, Vitória, aproveitava para relaxar à beira da lagoa, fazendo uma pausa sob o sol escaldante para adquirir um belo bronzeado, pude observá-la. Deixe-me compartilhar algumas palavras sobre essa mulher que conquistou meu coração. Ela ostenta uma pele alva, realçada por seu trabalho no escritório, que a mantém afastada do sol em grande parte do tempo. Seus cabelos negros ganharam mechas loiras para a viagem, realçando sua beleza natural. Com pernas esculpidas por anos de exercícios, um bumbum que atende aos meus gostos e seios de tamanho moderado, ela irradia um sorriso cativante através de olhos expressivos – verdadeiramente uma mulher notável.

    Enquanto Vitória desfrutava do local, ela iniciou uma amizade com Pietra, uma viajante solitária que se juntou a nós. Durante suas conversas, tornaram-se amigas. Pietra, enfermeira em São Paulo, também aproveitou as ofertas da temporada de baixa para explorar esse paraíso isolado e econômico.

    Pietra, de pele levemente morena, cabelos negros e porte físico gracioso, possui um sorriso acolhedor e um jeito envolvente de conversar. Seu olhar intrigante capturou a atenção de Vitória, levando-a a questionar se eu seria militar, devido à minha postura observadora, corte de cabelo curto e barba aparada.

    A partir desse encontro, nossos passeios se entrelaçaram e experiências foram compartilhadas. Marcamos um passeio especial para explorar "A Pedra Furada", um ícone da região. Percorremos vários quilômetros pela beira-mar até chegarmos ao destino, conseguindo a tão almejada foto. Ao retornarmos, decidimos fazer uma pausa em uma praia menos movimentada, onde apenas um ocasional vendedor passava a cada quinze minutos. Local o qual já se encontrava os três amigos que também vieram de São Paulo e fizemos amizade lá no hotel, onde eles também estavam hospedados.

    O mar nos acolheu com suas águas tépidas e tranquilas, proporcionando um cenário romântico que eu compartilhei com Vitória. De vez em quando, notava Pietra nos observando. À medida que deixávamos a água, decidimos tirar algumas fotos nas piscinas naturais que se formavam. Pietra, ao perceber minha afinidade com a fotografia, solicitou que eu a fotografasse.

_ Sem problemas, me diga como e onde você gostaria.

_ Quero uma foto que capture a beleza deste lugar e ao mesmo tempo mostre os resultados do treino e da dieta que me permitiram vir até aqui.

    Ambos rimos e concordei. Pietra sorria enquanto eu capturava sua essência em imagens. Conforme o tempo passava, suas peças de roupa foram caindo, revelando seu corpo escultural realçado por um pequeno biquíni. Percebi que muitas fotos eram de suas costas, exibindo seu bumbum e, em algumas poses, sugerindo uma sensualidade ousada. Tentei manter o foco, ciente de Vitória, buscando garantir que a atmosfera agradável que permeava nossa viagem não fosse interrompida por ciúmes.

    No retorno ao vilarejo, saí com os amigos do hotel para irmos ao mercado comprar cerveja e água para abastecer a nossa geladeira, já que planejávamos aproveitar a piscina. Enquanto isso, Vitória acompanhou Pietra até o seu outro hotel, que ficava algumas quadras adiante. Eu havia feito o convite para Pietra se juntar a nós, caso não tivesse outros compromissos, pois mais companhia seria bem-vinda.

    Assim, Vitória acompanhou Pietra até a porta do seu hotel, e elas começaram a conversar.

_Vocês já devem ter ouvido muitas vezes que são um casal muito bonito, né?

_Ha ha ha, não tanto, mas de vez em quando ouvimos algo assim. Obrigada.

_Vocês vieram para Jeri para comemorar aniversário de casamento ou algo assim?

_Nada disso, menina. Viemos porque meu marido nunca tinha conhecido o mar e, caso ele não gostasse, teríamos outras opções por aqui. Temos passeios, água doce, festas... não queríamos ficar limitados apenas à praia e ao mar. Quero que ele tenha uma experiência incrível.

_Você foi muito esperta, já veio com um plano B em mente. Além de bonita, é inteligente.

_Com certeza, nós temos que considerar todos os detalhes para agradar o nosso homem.

_Você está certa. Por isso, gostaria de falar com você. Queria te perguntar algo, mas estava com receio de falar na presença de mais pessoas. Agora, a sós aqui, eu finalmente tomei coragem.

_Fique à vontade para perguntar.

_Então, eu gostei muito de vocês. _ exclamou Pietra._

_Nós também gostamos muito de você. Você é uma companhia incrível, e se não fosse por você, estaríamos completamente perdidos tentando encontrar a Pedra Furada.

_Ha ha, mas o que estou tentando dizer é... deixe-me reformular. Como é a relação de vocês?

_Não estou entendendo, mas acredito que seja uma relação normal de casal.

_Então... eu gostaria de saber se vocês não gostariam de se encontrar comigo esta noite no seu quarto de hotel. Eu tenho um vinho incrível e adoraria compartilhá-lo com vocês.

_Pietra, onde você quer chegar com isso?

_Eu gostaria de propor um ménage com vocês. Achei vocês incríveis, tanto fisicamente como intelectualmente. Vocês são realmente especiais.

    Vitória ficou chocada com a franqueza da proposta, encarando sem conseguir responder, e por impulso, disse:

_Desculpe, mas nós não estamos interessados nesse tipo de coisa. Acho que é melhor eu voltar ao hotel.

_Peço desculpas por fazer uma proposta indecente. Eu não sei como continuar a interagir com vocês após isso. Eu vou declinar do convite do seu marido para que a situação não fique estranha.

_Tudo bem _ disse Vitória, ainda chocada e digerindo tudo o que havia acontecido, enquanto retornava ao hotel.

    Ao chegar lá, ela nos encontrou na piscina, colocando as cervejas e água no nosso frigobar, já que os nossos amigos estavam hospedados no quarto do primeiro andar. Percebi que ela havia voltado sozinha e perguntei:

_Uai, a Pietra não quis se juntar a nós depois da maratona que tivemos hoje cedo, ha ha ha?

_Ela disse que estava cansada e que iria aproveitar para descansar um pouco antes de outros compromissos.

_Que pena. Ela é uma pessoa legal e fará falta por aqui conosco.

    Logo depois, Vitória voltou a se entrosar com todos na piscina, me acompanhando enquanto consumia a caixinha de Original que havia acabado de comprar. Devido ao clima ameno e à brisa do mar, não percebi que o protetor solar já precisava ser reaplicado. No final da tarde, comecei a sentir os efeitos dessa falha, com meus ombros começando a apresentar sinais de insolação.

    Vitória decidiu ir até a farmácia próxima para encontrar algum creme para corrigir minha falha e garantir que isso não prejudicasse nosso passeio, que ainda estava apenas começando. Quando estava próxima da farmácia, ela encontrou Pietra, que estava aproveitando uma caipirinha de cajazinho. Pietra não percebeu a aproximação de Vitória.

_Oi.

_Ui! Oi!_ respondeu Pietra, surpresa.

_Então, gostaria de saber mais como planejava a programação conosco hoje à noite?

_Que fosse como melhor te agradar. Você pensou a respeito?

_Bem, estamos em um lugar onde ninguém nos conhece...

    Pietra apenas observou, aguardando que Vitória terminasse de falar.

_Se você concordar com algumas regras, podemos tentar.

_Claro! Claro! Claro! _ respondeu Pietra, empolgada.

_ Haveria restrições físicas comigo, já que não me sinto atraída por mulheres. Eu amo meu marido e quero proporcionar-lhe o melhor, para a felicidade e prazer dele.

_ Combinado. Haveria algo mais?

_ Sim, algumas condições adicionais. Você não poderia comentar nunca sobre o que aconteceu aqui. Esta noite não aconteceria novamente e não quero que isso se torne uma rotina em nosso relacionamento. Porém, quero realizar o desejo que ele tem desde o início de nossa relação: um envolvimento sexual com duas mulheres, sendo eu uma delas.

_ Aceito e agradeço pela confiança em me incluir neste momento do casal. Farei o meu melhor para torná-lo especial. A que horas devo encontrá-los?

_Enviarei uma mensagem, não se preocupe. Você mencionou um vinho especial, então leve-o e não me faça me arrepender disso.

_Pode deixar (risos).

    Vitória então foi à farmácia e voltou para o quarto com o creme em mãos. Ela chegou um tanto nervosa e excitada, e quando perguntei se estava tudo bem, ela respondeu que sim, mas que estava um pouco cansada devido à caminhada. Em seguida, ela começou a aplicar o creme em meu corpo, e seu toque suave e cuidadoso tinha um efeito prazeroso e Excitante.

    Nesse momento, minha vontade de iniciar um encontro íntimo começou a crescer. Beijei seus lábios com desejo enquanto apertava sua bunda, deixando claro minhas intenções. Porém, ela me interrompeu:

_Agora não, mais tarde. Descanse por enquanto. Quero que você esteja completamente pronto para uma surpresa que planejei após o jantar.

_Uma surpresa? O que você está escondendo de mim? Não a vi chegando com nada além do creme para a minha queimadura, e arrumamos a mala juntos... O que você está tramando?

_Eu disse que é uma surpresa. Apenas aguarde. Tenho certeza de que você vai gostar, na verdade, é melhor que você goste, pois estou fazendo isso por você.

    Fiquei confuso, mas ansioso para descobrir o que ela estava planejando.

    Mais tarde, vestimos roupas leves e descontraídas e fomos a um restaurante próximo, que nos ofereceu duas bebidas se jantássemos lá. Perguntei se eles tinham o prato típico da região, camarão no abacaxi, e eles confirmaram que era o melhor da região, “todos aqui falam a mesma coisa”, penso. Aceitamos a oferta pelas bebidas e pelo prato.

_Esperava mais desse prato pelo preço. Na verdade, esperava muitoooo mais! _ reclamei um pouco desapontado.

_Mas estava bom para mim, meu amor. _ disse Vitória.

_Acho que vou pedir mais um drinque para compensar a minha insatisfação.

_Nada disso, você vai tomar vinho esta noite. Não quero te ver misturando bebidas e passando mal depois.

_Vinho? Onde você conseguiu vinho aqui? No nosso quarto não tem, o mercado já está fechado.

_Pare de ser curioso. Quando chegar a hora, você vai descobrir.

_Tudo bem, mas já estou morrendo de curiosidade.

    Quando voltamos ao quarto, deitei-me na cama de cueca, enquanto Vitória foi ao banheiro com algumas roupas e o celular em mãos. Ela avisou Pietra para se juntar a nós, enquanto se arrumava. Após alguns minutos, ouvi Vitória dizer:

_Feche os olhos e não pense nem em dar uma olhada, senão a surpresa estará arruinada. E eu tenho certeza de que você vai se arrepender se tentar espiar.

    Fecho os olhos enquanto estou deitado na cama e escuto Vitória sair do banheiro e abrir a porta do quarto, deixando-me ainda mais curioso. Pergunto a mim mesmo “por que ela estava saindo justo naquele momento”. De repente, percebo mais de uma presença se aproximando do pé da cama. Meu coração começa a bater mais rápido, e calafrios percorrem meu corpo. Mesmo com o clima agradável, sinto uma tremedeira que se espalha por todo meu corpo.

_ Pode abrir os olhos, querido. _ diz Vitória.

    Abro os olhos e, para minha surpresa, Pietra e Vitória estão de pé na frente da cama, ambas usando lingerie preta. Sobre a mesinha, vejo três taças de vinho e um balde com gelo, com a garrafa de vinho descansando dentro. Velas estão espalhadas pelo quarto. Se o hotel soubesse disso, certamente nos expulsaria por causa do risco de incêndio, mas o verdadeiro incêndio estava prestes a acontecer entre nós.

_ Aproveite bem, pois essa será a única vez que isso acontecerá. _ disse Vitória.

Ainda sem palavras, incrédulo com o que estava se desenrolando diante dos meus olhos, Pietra toma a iniciativa. Ela segura a mão de Vitória, e ambas vêm em direção à cama, cada uma de um lado. A tensão sexual no quarto é palpável, e minha mente corre tentando compreender o que está acontecendo.

    Pietra e Vitória se aproximam, seus olhos carregados de desejo. O quarto está preenchido pelo aroma das velas, e a luz suave cria uma atmosfera íntima e misteriosa. Ainda em silêncio, elas compartilham um olhar cúmplice antes de começarem a acariciar meu corpo. Suas mãos deslizam sobre minha pele, provocando arrepios que percorrem todo o meu ser.

    O desejo toma conta de mim enquanto sinto suas carícias cada vez mais ousadas. Vitória se inclina sobre mim, beijando-me com paixão, enquanto Pietra traça um caminho de beijos e toques pelo meu peito. A combinação de sensações é avassaladora, e eu me entrego completamente àquela experiência única e inesperada.

    Pietra e Vitória exploram cada centímetro do meu corpo, suas mãos e lábios provocando sensações intensas. A excitação cresce a cada momento, e eu me perco no êxtase daquela situação incomum e eletrizante. As taças de vinho na mesinha são um lembrete do caráter especial dessa ocasião, enquanto o fogo entre nós arde com intensidade.

    A tensão finalmente se transforma em um momento de êxtase quando, com um olhar mútuo de consentimento, todos os limites são ultrapassados. Em meio a beijos ardentes e toques provocantes, a paixão toma conta do quarto. O desejo que se acumulou durante toda aquela noite se manifesta em um clímax que nos envolve a todos.

    Após momentos intensos de intimidade, caímos ofegantes na cama, envolvidos por uma sensação de satisfação e proximidade. Aos poucos, a respiração se acalma, e as palavras finalmente encontram espaço para serem ditas.

_ Foi incrível. _ sussurro, ainda tentando recuperar o fôlego.

    As palavras não podem descrever totalmente a complexidade daquela experiência. Uma mistura de emoções e sensações que transformou aquela noite em uma lembrança única. Enquanto nos recuperamos, envoltos em lençóis e abraços, sei que essa noite ficará marcada em nossas memórias para sempre, uma aventura que nos uniu de maneira inesperada e intensa.

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

O vestido de bolinha

    Naquele sábado à noite, em meio a uma atmosfera desprovida de perspectivas animadoras para sair de casa, fui surpreendido por uma proposta inesperada.

— Que tal um vinho hoje à noite? — sugeriu ela.

— Claro, já estou com a taça na mão.

— Ótimo, espero você às 20h, lá em casa.

— Fechado.

    Enquanto aguardava o horário do encontro, separei com antecedência duas garrafas de frisante. A medida que a hora se aproximava, ela pareceu hesitar, quase cancelando nosso encontro, mas logo mudou de ideia, garantindo que tudo correria bem. Segundo ela, uma visita breve estava prevista, apenas para deixar algumas coisas na porta de casa antes de partir.

    Chegando à frente de sua residência, deparei-me com as visitas se despedindo, lançando olhares sugestivos devido à minha presença. Educadamente, cumprimentei a todos no local e adentrei o recinto junto aos pais dela. Com o tempo, conquistara a familiaridade e o bom humor dos pais dela graças à nossa amizade de longa data, embora eles estivessem alheios às nossas travessuras quando ficávamos a sós.

    Sem demora, Úrsula colocou uma das garrafas de vinho no freezer, assegurando a temperatura ideal para desfrutar daquele frisante. Enquanto degustávamos da primeira garrafa, desfrutamos de uma conversa tranquila, atualizando um ao outro sobre nossas vidas e experiências recentes. No entanto, nosso momento foi abruptamente interrompido pelos pais dela:

— Crianças, vou apenas deixar alguns materiais que trouxemos da fazenda na casa de uns parentes. Fiquem à vontade, estaremos de volta em breve.

— Com certeza, senhor. Aguardaremos o retorno de vocês — afirmei, demonstrando respeito.

    Permita-me apresentar-lhes Úrsula: uma mulher de beleza intrigante, com uma pele de tom pardo claro que se funde harmoniosamente com seus cabelos castanhos lisos. Seu corpo esbelto, realçado por seios delicados e um bumbum de proporções medianas, poderia ser inicialmente percebido como comum. No entanto, sua verdadeira magia reside na expressão dos olhos e no sorriso. Aquele olhar, simultaneamente perspicaz e travesso, capaz de fixar-se penetrantemente em qualquer um, é acentuado pela tonalidade verde-clara que preenche seus olhos. Este olhar hipnótico tem o poder de cativar a visão, enquanto seu sorriso gentil complementa a aura de charme que ela exala. Por onde passa, Úrsula conquista corações. E, acreditem, experimentar ter uma visão dela lhe proporcionando um dos melhores sexos orais enquanto lhe penetra com o olhar, é uma imagem que permanece inigualável, gravada em minha memória.

    E não sei se era para me provocar ou mostrar seu lado meigo e delicado, mas hoje ela estava de vestido preto com bolinhas brancas. O vestido amplo parecia um convite ao que aquele tecido estava a ocultar. Cada movimento revelava um vislumbre do seu corpo ousado e com o efeito da bebida só deixava mais quente o momento.

    Após apreciarmos o primeiro vinho, o momento chegou para a segunda garrafa, já bem gelada. Ela se levantou prontamente, um sorriso travesso nos lábios. Acompanhei-a com curiosidade e expectativa.

    Saímos da cozinha e entramos na área, onde a segurei suavemente pelo braço e disse:

— Vamos ficar por aqui agora, para tomar desse vinho.

    Ela olhou para mim, uma faísca de desafio nos olhos, e respondeu:

— Tudo bem, mas por que aqui e não onde já estávamos conversando? Aqui só tem uma cadeira e a mesa, já que levamos o restante das cadeiras para lá.

    Acomodei a garrafa de vinho na mesa e a ergui, colocando-a delicadamente sobre a superfície. Nossos olhares se fixaram, como se compartilhassem um segredo que só nós entendíamos. A medida que me aproximei, nossos lábios se encontraram e nossas línguas se entrelaçaram, em um fervor de beijo longo e gostoso.

     Ao me sentar na cadeira, ficando frente a frente com ela. A abertura discreta do vestido revelou um vislumbre de audácia, uma lembrança do jogo sutil que ela dominava tão bem, evidenciado pelo fato de que estava sem calcinha.

— Sério? — indaguei, deixando escapar um sorriso maroto.

— Está quente demais, resolvi ficar mais confortável sem maldade, apenas pelo calor, porque fica fresquinho. — ela respondeu, com um tom divertido em sua voz.

— Acho que o calor ficou maior e não é a roupa que vai ajudar. — provoquei, deixando claro o desejo que estava à espreita.

    Com um sorriso malicioso, tomo a taça de suas mãos e a encho com o frisante gelado.

— Beba e aprecie com moderação — sussurro, a sugestão pairando no ar.

    Seus lábios tocam a taça, o brilho nos olhos sugerindo um entendimento mútuo. Enquanto o vinho desliza suavemente pela sua garganta, minhas mãos exploram lentamente, deslizando o vestido para cima, expondo a pele convidativa.

    Um olhar carregado de promessas passa entre nós, a tensão palpável. Cada gesto é uma nota em nossa dança íntima, a noite cheia de possibilidades ardentes.

Revelando a sua boceta com suavidade, eu me permito sentir o calor emanando dela enquanto minhas mãos exploram suas curvas. Beijos lentos trilham um caminho ascendente por suas pernas, alternando a cada carícia entre uma perna e uma aproximação delicada ao ponto onde seus contornos convergem, guiando-me como um farol luminoso.

Um aroma suave de pêssego fresco se mistura ao perfume natural que emana dela, criando uma fragrância única que preenche o ar. Cada suspiro que escapa de seus lábios encontra meus ouvidos, incentivando-me a me aproximar ainda mais da ardência que anseia ser acariciada.

Minha língua dança em movimentos sutis, como um compasso que encontra ritmo bem acompanhando com sua boceta. Uma mão delicada encontra o conforto nos meus cabelos, guiando-me de maneira doce e urgente, orientando-me a explorar com maior dedicação as sensações que ela anseia.

A doçura do seu sabor se torna uma experiência, um toque gentil que provoca um estremecimento suave. Cada movimento das minhas mãos arranhando suas coxas adiciona um novo nível de prazer, um aumento gradual da sua excitação. Ao deslizar minha língua com delicadeza ao local onde me guiava, seu clitóris, um tremor de êxtase revela-se, uma resposta ao meu carinho.

Guiada pelo desejo que emana dos seus gestos, sigo a sua indicação, logo afasto a pele que tende a ocupar o clitóris ao seu redor. Um ponto de prazer que pulsa suavemente é relevado, aguardando as carícias que eu estou prestes a oferecer, deslizando delicadamente com uma mútua chupada, lhe tirando um gemido mais forte que é abafado por sua mão, seguido por um gole da taça.

Com um gesto sutil, meus dedos se aventuram em direção à sua boceta, um convite silencioso para explorar um território desconhecido, enquanto eu observo cada reação com atenção, guiado pela sua resposta. Cada toque é uma exploração cuidadosa, uma viagem sinuosa pelo seu prazer, enquanto faço um sinal com dedos de “venha para mim”.

Sua resposta é apresentada em suaves suspiros e movimentos sutis, enquanto aperta meu dedos com sua boceta apertada e úmida, e eu não posso evitar um sorriso ao ver sua entrega cativante. Seu prazer se desenrola com uma graça hipnotizante, se desfalecendo deitada na mesa e minha face em suas pernas, compartilhando um momento de sua intimidade, enquanto despeja seu líquido em minha boca e pingando na mesa, rapidamente pego a taça com um pouco do vinho em suas mãos e despejo em cima de seu agora sensível clitóris, enquanto provo aquela mistura direto de seu corpo.

— Assim, apreciar um bom vinho se torna uma experiência ainda mais rica — digo com um sorriso sugestivo.

— Tá geladooooo, limpa logo! — você brinca, e eu aceito o desafio com um tom divertido.

— Claro, com prazer — respondo, aproveitando o jogo provocativo.

O som do carro se aproximando nos faz retornar ao presente. Rapidamente, ajudamos um ao outro a nos recompormos. Voltamos ao nosso lugar anterior, o canto que compartilhou nosso segredo, onde nossos olhares se cruzam com uma cumplicidade intrigante.

— O que houve, fizeram alguma bagunça? — os pais dela perguntam, e eu sorrio de maneira descontraída.

— Derramei um pouco de vinho na mesa enquanto ia ao banheiro, acho que exagerei na bebida_ eu respondo, ganhando um sorriso de Úrsula.

— Sempre desastrado, certas coisas nunca mudam — Úrsula comenta, com um tom brincalhão.

— Deixa disso, eu cuido de limpar isso — a mãe de Úrsula intervém com um sorriso amoroso.

— Claro, vou ao banheiro e volto em breve — concordo e saio.

No banheiro, lavo o rosto e aproveito o momento para refrescar as ideias e baixar o tesão que paira sobre o ar. Um sorriso brincalhão se forma em meus lábios enquanto relembrando nossa pequena travessura. Duas almas que mesmo com muita amizade envolvida criam faíscas quando se encontram.

    Voltamos ao nosso cantinho, sentando com um conforto compartilhado. Ela me convida para terminar a garrafa e conversar, aproveitando a quietude que se instala após os pais dela irem dormir. Entre risadas e taças de vinho, a atmosfera ganha um tom mais descontraído.

— Chegaram no melhor momento —  comento com um sorriso — Fiquei esperando por mais, a noite estava apenas começando. —  Minha risada ecoa no ar, leve e cheia de sugestão.

—  Confesso que nem esperava um ataque tão ousado — ela diz, brincando com um olhar travesso, —  você nunca deixa de me surpreender, mesmo que isso signifique correr riscos. Imagine ter que explicar aquela cena! — Ela toma um gole de vinho, mantendo um sorriso divertido no rosto.

    A noite avança, e o relógio nos lembra que a madrugada está se aproximando. Com a consciência de que o momento íntimo desejado não acontecerá nessa noite, começo a organizar minhas coisas, preparando-me para partir após terminarmos o vinho.

    Ao chegarmos à porta de sua casa, uma mistura de despedida e desejo se entrelaça.

— Não posso acreditar que vou embora assim — deixo escapar com um tom provocativo.

— Assim como? _ ela questiona, o olhar curioso.

— Você me deixou... excitado, estou pingando dentro de minhas calças. — digo, deixando um sorriso insinuante brincar nos lábios.

— Calma, vou resolver isso — ela responde, sua expressão audaciosa enquanto se abaixa, um vislumbre da ousadia que a define.

    Os olhos encontram os meus, cheios de promessas silenciosas, enquanto ela toma uma atitude provocante. Abre o zíper com um gesto firme, e meu membro é libertado da sua prisão de tecido. Sua língua traça um caminho de desejo pelo meu membro já rígido, uma carícia que acende um fogo intenso.

    Sigo cada movimento, sentindo o calor da noite se intensificar. Seus lábios envolvem em volta de meu pau, uma dança de sensações que crescem com cada sucção. Cada estocada em sua boca me enchiam de prazer, mas logo escuto o estralo feito por sua boca ao parar de chupar meu membro e logo ela diz:

— Pronto, você não vai mais embora assim — ela murmura, com um sorriso travesso — vai voltar impecável.

— Você está brincando comigo, certo? — pergunto, minha voz carregada de excitação.

— Não, é apenas um presente inesperado do destino — ela responde, suas palavras repletas de malícia. — Quem sabe na próxima você se saia melhor.

— Ficarei ansioso pelo nosso próximo encontro — afirmo, sentindo o entusiasmo pulsar.

— Eu também. Afinal, a noite foi memorável — ela diz, o brilho nos olhos sugerindo que muito mais aventuras estão por vir.

    Nos despedimos, com aquela promessa. Enquanto no caminho de volta para casa, sinto a excitação queimando dentro de mim, alimentando a antecipação do que o futuro reserva. Uma química inegável nos conecta, uma faísca que só promete crescer e iluminar nossos próximos encontros.

O encontro rápido

      Ela me chamou com uma proposta indecente no meio do expediente. Assim que entrei na loja de óculos, seus olhos provocantes encontraram...