sexta-feira, 8 de abril de 2022

Aulas particular

 


    É ótimo quando o Corno colabora em nos deixar a sós, saindo de casa para ir buscar sempre algo que minha putinha (sua esposa) pede, enquanto ficamos estudando. Incrível que essa matéria é difícil de memorizar, e temos sempre que fazer aulas de reforço em sua casa, em um quarto fechado para não sermos interrompidos, e ainda receber os agradecimentos do corninho no final por estar sempre arrumando tempo para ensinar sua amada de graça, o que ele não sabe é que ela sempre me paga alguma coisa, quando não é um boquete é dando um ótimo chá de PPK.

    As tardes de estudo com Camila eram mais do que apenas sessões de aprendizado. A tensão sexual entre nós era palpável, cada olhar carregado de desejo enquanto folheávamos os livros didáticos. Eu podia sentir seu perfume doce, misturado com o aroma de desejo que pairava no ar. 

    "Você é tão boa nisso, Camila", eu sussurrei enquanto nossos lábios quase se tocavam, a eletricidade entre nós tornando-se quase tangível.

    Ela sorriu maliciosamente, seus olhos brilhando com uma promessa silenciosa. "Eu sei como te agradecer, meu amor", ela respondeu, sua voz suave carregada de desejo.

    Os encontros secretos se tornaram uma rotina, cada sessão de estudo se transformando em uma dança perigosa entre o desejo e a razão. Enquanto o Corno saía para suas tarefas, nós nos entregávamos à paixão proibida, explorando cada centímetro um do outro com fome voraz.

    "Você é minha doce tentação", sussurrei em seu ouvido enquanto a possuía com fervor, nossos corpos colados em êxtase compartilhado.

    Ela gemeu em resposta, seus dedos se agarrando aos lençóis enquanto eu a levava ao limite do prazer uma e outra vez.

    No final de cada encontro, voltávamos à realidade, os agradecimentos do Corno ecoando em nossos ouvidos enquanto ele nos agradecia por nossos esforços conjuntos. Mal sabia ele que seus agradecimentos inocentes escondiam uma verdade muito mais sombria.

    Por trás das portas fechadas, éramos amantes vorazes, cada encontro deixando-nos mais famintos um pelo outro, cada suspiro, cada toque, alimentando a chama ardente de nossa paixão proibida.

    E assim, nossa história de desejo proibido continua, traição e paixão desenfreada, onde os limites entre certo e errado se tornam cada vez mais turvos na busca pelo prazer absoluto.

segunda-feira, 4 de abril de 2022

Se tornando meu depósito de Porra

 


Uma saga ardente começou com meu depósito de porra, Tânia, em algum momento de março ou abril de 2018. Até hoje, basta uma mensagem minha para que ela se entregue obedientemente. É assim que um mestre deve tratar sua submissa - não disponível sempre que elas querem, mas sim sempre que eu desejo.

"Estou ansiosa para te sentir, mestre", sussurrou Tânia ao telefone, sua voz carregada de desejo.

Lembro-me vividamente do episódio de sexo selvagem em minha casa. Naquele dia, ousadamente faltei à última aula da faculdade para buscá-la em frente à sua casa e levá-la a um motel. O nervosismo e a excitação daquele momento são gravados em minha mente, uma loucura feita em nome do desejo, embora eu não recomende a ninguém. Cuidado é essencial.

"Preciso de você agora, mestre", ela sussurrou enquanto eu a empurrava contra a parede do motel, minhas mãos explorando seu corpo com avidez.

Pedi que fizéssemos amor sem barreiras, confiando no anticoncepcional que eu mesmo providenciara para ela. Fomos à cama, à mesa, à banheira, explorando todos os cantos possíveis. Acordamos entre nós que só a dispensaria depois que sua bucetinha ficasse inchada de tanto prazer. Cada vez que eu gozava em sua boca, reforçava: "Não se desperdiça nem um pedaço de mim que estou te dando". E ela sempre limpava, não deixando sequer uma gota para trás.

"Você me pertence, Tânia", eu murmurei em seu ouvido enquanto a possuía com fervor, nossos corpos colados em êxtase compartilhado.

Em outra ocasião, nos aventuramos próximo à faculdade onde eu estudava. Como minhas aulas eram à noite, era improvável que alguém nos visse. Estacionávamos em uma rua deserta próxima e eu a possuía ali mesmo, em um terreno baldio com visão total da faculdade. O êxtase era ver as pessoas seguindo suas rotinas enquanto eu mergulhava na minha putinha, com ela me satisfazendo oralmente.

"Estou tão excitada, mestre", Tânia ofegou enquanto olhava ao redor, a adrenalina correndo em suas veias.

Não era tudo perfeito. Houve momentos de discussão, onde a coloquei em seu lugar, lembrando-a de que estava ali para me servir e apenas isso. Após esclarecer os fatos, a levei a um loteamento novo. Mandei que tirasse a parte de cima da roupa e se colocasse no meio da rua. Ela obedeceu sem questionar, reafirmando quem estava no controle. Sob a luz da lua cheia, seu olhar encontrou o meu enquanto eu recebia o melhor dos boquetes. Quando estava prestes a gozar, ordenei que ficasse de joelhos, com a boca aberta e os seios expostos. A gozada foi gloriosa, e ao final, ela limpou meu pau com a boca, deixando minha marca em seu rosto até que chegasse em casa e pudesse lavá-lo.

"Você é meu mestre, eu sou sua", Tânia sussurrou, olhando-me nos olhos com devoção.

Que ela não se limpasse, para que minha porra secasse em sua pele e ela chegasse em casa com o aroma do sexo em seu corpo, como uma fiel depositária de meu prazer, obediente ao seu mestre.


sexta-feira, 1 de abril de 2022

Tânia se tornava agora minha putinha particular

 


    Passou-se um período de silêncio entre nós após nosso último encontro, cerca de uma semana ou até um pouco mais. No entanto, não demorou muito para que nossas conversas virtuais voltassem a ser permeadas por insinuações e desejos sexuais. A química entre nós era como um fio condutor, sempre nos puxando de volta para aquele terreno ardente de prazer e submissão. Era inevitável, uma dança sensual que nos mantinha cativos um do outro, um jogo de dominador e submissa que se desenrolava virtualmente, mas que ambos ansiávamos levar à realidade novamente.

    Era como se Tânia fosse uma peça importante em um quebra-cabeça, a chave que tinha liberado o Senhor Bull que habita em mim. Eu decidi dar continuidade a essa jornada, afinal, ela merecia experimentar o verdadeiro Senhor Bull em toda sua plenitude. Aquele lado meu que controlava e dominava, que explorava e satisfazia. Não demorou muito até que nossos diálogos se tornassem uma espécie de chamado incontrolável para a próxima aventura.

    A ocasião surgiu em um aniversário de uma amiga próxima da minha casa. E sabendo que teríamos a privacidade necessária, convidei Tânia para se juntar a mim. Ela chegou com uma confiança inabalável, como se já conhecesse cada canto da minha casa, como se soubesse que ali seria um espaço onde nossas fantasias mais obscuras poderiam ganhar vida.

    Eu a observava, e Tânia sabia muito bem o poder que exercia sobre mim. Ela não precisou de muitas palavras para que a tensão sexual entre nós se tornasse palpável. Sua maneira natural de se mover, o olhar cheio de malícia e inocência ao mesmo tempo, cada gesto parecia uma provocação direcionada à minha própria dominação.

    Aproveitando o clima que se formava, ela se aproximou de mim, seus olhos fixos nos meus, uma expressão de cumplicidade pairando entre nós. A mão dela se dirigiu ao zíper da minha calça, mas antes que ela pudesse agir, a segurei pelos cabelos, firmando minha presença dominante.

Senhor Bull: (voz firme) Ah, Tânia, Tânia... Pronta para agir sem permissão? Precisamos relembrar as regras, não é?

    Eu lhe dei um tapa, um gesto que estava carregado de significados que somente nós entendíamos. Aquele toque foi como uma assinatura no acordo implícito entre nós, confirmando que suas ações só eram permitidas sob meu comando.

Senhor Bull: (voz dominante) Minha querida, você é minha. E só fará aquilo que eu permitir.

    A tensão aumentou enquanto eu a observava, seus lábios úmidos e inchados revelavam um desejo contido, suas mãos trêmulas buscavam meu cinto, mas eu a detive.

Senhor Bull: (voz dominante) Ajoelhe-se.

    Ela obedeceu prontamente, ficando de joelhos diante de mim. A expressão dela era uma mistura de submissão e desejo, como se soubesse que eu estava no controle de cada momento.

Senhor Bull: (voz dominante) Abra a boca e coloque a língua para fora.

    Ela fez como ordenado, e eu soube que aquele gesto era mais do que um simples ato físico. Era um ato de rendição, um sinal claro de que ela estava pronta para se submeter a mim completamente.

 

Senhor Bull: (voz firme) Agora, você vai me mostrar como uma boa garota merece o que lhe pertence.

Tânia: (sussurra) Sim, senhor.

    Cada toque, cada movimento, era uma dança sincronizada de domínio e entrega. O calor do momento tomou conta de nós, a sala se tornando o cenário de uma paixão intensa e desenfreada.

Tânia: (ofegante) Meu senhor, estou pronta para você.

    Ordenei que ela se levantasse e, enquanto ela permanecia em pé diante de mim, afastei suas pernas. Sua bucetinha lisinha e molhada se apresentou, ela havia vindo sem a calcinha como esperado, apenas um vestido.

    Eu sabia que ela merecia ser recompensada, e a maneira como minha mão explorava cada centímetro de seu corpo revelava minha intenção. Ela estava molhada, ansiosa, pronta para receber cada um dos meus desejos.

Senhor Bull: (voz dominante) Você tomou o anticoncepcional que providenciei?

    Ela confirmou com um aceno sutil da cabeça, seus gemidos acompanhando o ritmo das estocadas. Nossos corpos pareciam entrelaçados, uma dança erótica que nos levava a um êxtase compartilhado.

    Eu segurava seus quadris com firmeza, controlando o ritmo da nossa paixão. Seus olhos fixos nos meus, cheios de confiança e rendição ao mesmo tempo. Seu prazer estava entrelaçado com o meu desejo, um ciclo vicioso de submissão e dominação que nos mantinha cativos um do outro.

Tânia: (gemendo) Meu senhor, por favor...

    Finalmente, ordenei que ela se ajoelhasse, abrisse a boquinha e estendesse a língua, pronta para receber o leitinho que tanto merecia naquele momento. Com devoção, ela engoliu cada gota e limpou meu membro, demonstrando sua obediência.

Tânia: (sussurra) Até a última gota, meu senhor.

Senhor Bull: (voz firme) Uma boa garota faz exatamente isso.

    Deixei-a na festa e retornei à minha residência, relaxando após o intenso encontro que tivemos. Era claro que Tânia estava se submetendo ao meu controle cada vez mais, e nossa jornada estava apenas começando.

 


O encontro rápido

      Ela me chamou com uma proposta indecente no meio do expediente. Assim que entrei na loja de óculos, seus olhos provocantes encontraram...