sábado, 22 de julho de 2023

O Ritual de marcação


Nesse dia, culmina a nossa jornada ritualística, onde selarei você como minha submissa putinha. O ambiente exala uma aura carregada de desejo e até um certo romantismo, íntimo e ardente. Quatro rosas simbolicamente estratégicas, com as promessas que você se entregará de forma profunda em nossa nova relação:

 

Na Primeira Rosa: Sussurre o compromisso de me acolher como seu único dono e dominador, entregando-se à minha vontade sem hesitação.

Na Segunda Rosa: Revela a promessa de se submeter inteiramente a mim, aceitando o papel da minha submissa ardente, pronta para me satisfazer em todos os aspectos.

Na Terceira Rosa: Sela a garantia de estar sempre pronta quando eu a convocar, uma escrava obediente ansiando por realizar todos os meus desejos.

Na Quarta Rosa: Coroa a declaração de que você se transformará, evoluindo para a melhor versão de si mesma. Meu desejo é ser o catalisador de sua autodescoberta e crescimento.

 

Esses são quatro compromissos que transcendem o simples toque físico, unindo nossos desejos e anseios em uma sinfonia intensa de prazer e submissão. Sua aceitação devota dessas promessas nos impulsiona a uma noite de êxtase e entrega, uma experiência que promete superar qualquer outra que você já viveu. Afinal, cada ritual que compartilhamos é uma nova oportunidade de explorar as profundezas do prazer, com o foco para a chegada deste dia.

Trilharemos um caminho repleto de sensações intensas e momentos de sublime submissão, uma jornada que apenas aqueles que verdadeiramente viveu, pode compreender a sua plenitude. 🌹


terça-feira, 4 de julho de 2023

Conhecendo os casais cuckold

    Uma lição que a vida me ensinou é a importância de carregar consigo o bom humor e um sorriso radiante, independentemente do lugar que se esteja. Na academia, esse princípio se mantém, mesmo que não seja o meu ambiente predileto. Não me privo de lançar um sorriso sincero, e é assim, nas rotinas diárias, que me deparei com Maicon. Ele era um recém-chegado à cidade, em busca de novas amizades, pois conhecia poucas pessoas por aqui. Embora sua rotina de trabalho, que envolvia o pesado carregamento de sucata de fazendas para revenda, não lhe permitisse frequentar a academia tão regularmente quanto gostaria, sua atividade física não o impedia de cultivar um corpo robusto, diria até mais imponente que o meu.

    Com o passar do tempo, nossa relação se tornou mais próxima, e percebi que Maicon exibia muitas fotos de sua esposa. Algumas dessas imagens eram bastante íntimas, revelando detalhes da vida do casal. Isso inicialmente me surpreendeu um pouco. Ele comentava sobre a intimidade conjugal com uma quantidade de detalhes que, a meu ver, beirava a promoção da própria esposa, algo que não era exatamente convencional. Em um dado momento, decidi fazer um elogio mais ousado sobre uma das fotos que ele mostrou, na qual sua esposa usava uma nova lingerie em um quarto de motel. Soltei um "uau, que mulher gostosa", e para minha surpresa, em vez de se sentir ofendido, Maicon encorajou comentários mais audaciosos, corroborando com o que eu disse.

    Um dia, enquanto nos preparávamos para deixar a academia, Maicon me propôs uma situação inusitada. Ele sugeriu que saíssemos juntos, para compartilhar uma refeição e algumas bebidas com sua esposa. Explicou que ambos não tinham muitos amigos na cidade e a presença de alguém novo seria bem-vinda. Sem hesitar, aceitei o convite. No entanto, quando cheguei em casa, deparei-me com uma mensagem que me deixou completamente perplexo diante dessa situação intrigante:

_ Preciso ser honesto com você e pedir sua ajuda em algo relacionado à minha esposa. Conto com sua confidencialidade e sigilo.

_ Que tipo de ajuda? E por que precisa de sigilo? _ respondi, já meio atônito com toda a situação.

_ Tenho desejos peculiares que gostaria de realizar com minha esposa. Na verdade, eu falo para ela sobre esses desejos, mas acabo exagerando um pouco na descrição. Ela conhece essa minha inclinação, pois já era ciente disso antes de casarmos. No entanto, ela nunca teve a coragem de experimentar, e percebo que você é a pessoa certa para ajudar nisso.

_ ...Não estou entendendo nada.

_ Quero que você a seduza e tenha relações íntimas com minha esposa!


    Ao ler aquelas palavras, minha mente ficou em suspenso. A situação parecia absurda, e eu me peguei pensando se Maicon havia enlouquecido. Nada daquilo fazia sentido, e todo o curso da nossa amizade estranha passou a fazer algum sentido de repente. As fotos íntimas, os detalhes revelados, tudo parecia uma preparação para esse momento. Após uma profunda inspiração, reuni coragem para responder:

_ Maicon, o que está acontecendo? Isso não é um pedido comum, muito menos uma forma de pedir ajuda.

_ Eu tenho desejado ser um cuckold há muitos anos. Fui o primeiro homem na vida da minha esposa e gostaria que ela tivesse a oportunidade de estar com outros homens.

_ Espere um momento, você está buscando isso da maneira errada. Talvez você devesse procurar um casal para troca, ou um clube de swing...

_ Eu não quero estar com outra mulher. Só quero vê-la com outro homem.

_ Nunca passou pela minha cabeça que existissem desejos assim. Você está realmente certo do que está pedindo?

_ Tenho certeza, é um desejo que carrego há muitos anos. Então, você vai me ajudar ou vai continuar questionando e julgando?

_ Está bem, vou te ajudar. Mas confesso que não faço ideia de por onde começar.

_ Eu conheço a minha esposa, sei como conquistá-la. Vou te passar todas as informações sobre os pontos fracos dela para que dê tudo certo.

    E assim começou nossa elaboração. Passamos uma semana planejando cada detalhe desse encontro peculiar. Andressa, a esposa de Maicon, não teria conhecimento da minha presença no local. No entanto, Maicon compartilhou com ela que mencionava ter um admirador na academia, alguém que tinha visto fotos ousadas dela e estava louco para estar com ela. Ainda, ele alimentava o fetiche de ser chamado de "chifrudo" por ela, algo que parecia excitá-la de alguma forma.

    Armado com essas informações sobre Andressa, finalmente chegou o dia marcado. Decidimos nos encontrar em um restaurante/bar da cidade. Maicon e Andressa chegariam primeiro, e ele me alertaria assim que ela tivesse tomado dois drinques, sinalizando que era hora de eu entrar em cena e começar a preparar o terreno para o que estava por vir. Com o sinal positivo, avancei em direção a eles, com meu coração batendo descompassado.

    Ao chegar no local, deparei-me com Maicon, que estava visivelmente nervoso, e sua esposa, Andressa. Permita-me descrevê-la para você: Andressa era uma mulher gaúcha, de pele branquinha, cabelos levemente loiros com um tom dourado, seios generosos, um bumbum chamativo, lábios finos realçados por um batom vermelho, e olhos azuis profundos. Havia passado por uma cirurgia estética alguns meses antes para aprimorar ainda mais o seu já bem cuidado e esculpido corpo. Vestia um curto e justo vestido vermelho que realçava suas curvas, e dançava de forma sutil ao lado de Maicon, que estava tomando uma cerveja.

    Com nervosismo e excitação, me aproximei deles para o primeiro contato, consciente da delicadeza do que estava prestes a fazer. Apresentei-me e notei que Andressa arregalou os olhos ao me reconhecer, provavelmente a partir das histórias que Maicon contava sobre mim. Fingimos que era uma incrível coincidência e que eu poderia me sentar com eles, visto que haviam pedido uma porção de comida que parecia ser demais apenas para os dois.

    À medida que a conversa avançava, Maicon frequentemente ia ao banheiro, aparentemente com a intenção de nos deixar a sós. Aproveitava esses momentos para elogiar Andressa e iniciar uma conversa mais íntima. Eram sinais sutis, mas eu seguia as dicas que Maicon havia compartilhado sobre ela, como o fato de ela gostar de dançar. Tais elogios pareciam derrubar as barreiras que ela mantinha.

    Três horas se passaram desde que nos sentamos à mesa, e a hora se aproximava de 1h da manhã. O restaurante/bar estava anunciando o encerramento das atividades, e o atendimento estava reduzido. Propus continuarmos a noite de forma mais íntima, sugerindo que eu os guiasse para conhecer um mirante da cidade. Aceitaram a proposta, e para "economizar gasolina", eu acompanharia Andressa e Maicon no mesmo carro. Enquanto Maicon ficou para trás, eu caminhei com Andressa até o mirante.

    Seus olhos brilharam ao contemplar a cidade de cima. Ela demonstrava apreciação por tudo o que via. Com um abraço suave, aproximei-me dela por trás e elogiei seus cabelos e lábios, tocando pontos que Maicon tinha sugerido como pontos sensíveis. Ela parecia mais à vontade, e o álcool combinado com nossa conversa aprofundada criava uma atmosfera de conexão.

    Procurei Maicon e o avistei em um canto mais escuro, claramente excitado pela cena, mas tentando não atrapalhar o andamento das coisas. Entre nossos amassos, encorajei suas mãos macias a irem para dentro das minhas calças, e ele agarrou meu membro com força, mostrando sua excitação enquanto observava discretamente.

    Em meio àquela situação, sugeri irmos para um lugar mais reservado para explorar ainda mais o momento. Todos concordaram, e enquanto Maicon dirigia em direção a um motel, onde o casal costumava ir para momentos mais íntimos, nos posicionamos no banco de trás. Andressa, agora sem calcinha, começou a me ajudar a tirar minha calça, e a visão dela agachada me deixou claramente excitado. Ela puxou minha calça, e meu membro saltou para perto de seu rosto. Sem hesitar, ela o abocanhou, chupando-me com vontade, enquanto mantinha seus olhos fixos em seu marido observando no canto do carro.

    Pedindo a Maicon para ligar a banheira da suíte, continuei aproveitando o momento com Andressa. Nosso contato estava cada vez mais intenso e quente. Após três horas de interação naquele ambiente, o relógio se aproximava da 1h da manhã. O restaurante estava prestes a fechar, e o casal se preparava para partir. Propus a ideia de continuarmos a noite de forma mais íntima, sugerindo que eu os guiasse para um mirante da cidade, onde poderíamos apreciar a vista panorâmica.

    A proposta foi aceita, e enquanto Maicon ficava para trás, eu caminhava com Andressa até o mirante. Seus olhos brilharam de admiração diante da vista da cidade iluminada. Aproveitei o momento para me aproximar dela por trás, abraçando-a suavemente. Minhas mãos deslizaram por seu corpo enquanto elogiava seus cabelos e lábios, pontos que Maicon havia me dito serem sensíveis para ela. Com a combinação do álcool e da nossa conversa íntima, Andressa parecia mais relaxada, e uma conexão começava a se formar entre nós.

    Percebi que Maicon estava discretamente observando a situação a certa distância, evidenciando sua excitação. Entre nossos amassos, encorajei suas mãos macias a explorarem o interior das minhas calças, e ele agarrou meu membro com firmeza, mostrando sua excitação enquanto observava disfarçadamente.

    Em meio àquela situação, sugeri que encontrássemos um lugar mais reservado para explorar a intimidade com mais intensidade. Todos concordaram, e enquanto Maicon dirigia em direção a um motel, onde costumavam ter momentos íntimos, nos acomodamos no banco de trás do carro. Andressa, agora sem calcinha, me ajudou a tirar a calça, e a visão dela agachada provocou minha excitação. Quando ela abaixou minha calça, meu membro saltou para próximo do seu rosto. Ela não hesitou e o abocanhou, chupando-o com avidez, enquanto mantinha os olhos fixos em seu marido que observava discretamente pelo retrovisor o que acontecia no fundo do carro.

    Chegamos ao motel e Maicon escolheu uma suíte com uma banheira. Ao entrarmos no quarto, tirei minha camisa e pedi a Andressa que me ajudasse a tirar a calça. Com um olhar provocante, ela se agachou, abrindo as pernas e revelando que estava sem calcinha. A visão aumentou minha excitação, e quando ela puxou minha calça, minha cueca veio junto e meu membro ficou à vista, próximo ao seu rosto. Sem demora, ela o abocanhou, chupando-o com vontade. Seus olhos não estavam em mim, mas sim em Maicon, que observava a cena discretamente no canto da sala.

    Instruí Maicon a ligar a banheira, aproveitando o momento íntimo com Andressa. Ele fez conforme sugerido, enquanto sua esposa, mãe de seus filhos, se entregava à ação de chupar outro homem bem diante de seus olhos. Durante a interação, peguei Andressa pelos cabelos e gentilmente direcionei seus movimentos, fazendo-a engolir o máximo que podia do meu membro, até que ela engasgasse. Depois, retirei meu membro de sua boca devagar e fiz uma provocação, deslizando-o em seu rosto antes de dar um tapa suave, deixando-a à mercê do prazer e da intensidade do momento.

    Maicon nos avisa que a banheira já estava enchendo, solto seu vestido ao chão. Com um gesto, indico que ela entrasse primeiro, dou-lhe um tapa em sua bunda. Ela se acomodou na água e me chamou, e percebi que a banheira ainda estava enchendo. Sentei-me na borda, com os pés na água, enquanto ela continuava a me proporcionar prazer oral. Ela aplicava uma pressão firme, ocasionalmente produzindo estalos, enquanto nosso olhar se cruzava, incluindo o de Maicon.

_era isso que tinha em mente, você realmente queria isso, Maicon? Se você não queria, agora é tarde. Vou estar com ela de qualquer maneira._

_Só para constar, prefiro ser chamado de "chifrudo". A palavra "corno" parece insinuar que não estou de acordo. Dá a entender que vocês estão agindo às escondidas._

_Chamarei de "corno" sim, mas no sentido de um "corno manso". Se reclamar, posso até orientar a sua esposa a te chamar de "ninho", uma forma mais amena de "corninho", hahaha._

    Ele apenas concordou com um movimento de cabeça e retornou ao canto escuro, nos observando enquanto se entregava à sua própria excitação.

    Aproveitei o cenário da banheira, abraçando-a por trás e acariciando seus seios. Minha mão explorou sua pele, deslizando suavemente por seu corpo, enquanto meu toque acariciava sua intimidade. O desejo que antes era somente dele agora parecia estar se tornando uma ânsia compartilhada entre nós.

    Perguntei a Maicon se ele havia se preparado, lembrando-o da camisinha que havia mencionado. Ele se dirigiu ao carro e voltou com o pacote, colocando-o sobre a cama antes de retornar ao seu canto. Decidimos então nos deitar e, enquanto ela enxugava meu corpo, solicitei que ela me proporcionasse prazer oral para preparar o momento que viria a seguir.

    Após a proteção ser colocada, ela se posicionou de quatro na cama, apoiada na cabeceira. A penetração foi intensa, revelando a apertada intimidade dela. Seus gemidos eram apaixonados, ecoando com um desejo palpável. Logo, seu clímax chegou, sua bocetinha apertando meu pau.

    Agora, era sua vez de estar por cima. Maicon pegou uma câmera para registrar o momento, capturando o instante em que ela cavalgava, uma imagem que ficaria marcada em sua memória como testemunha do novo caminho que trilhavam.

    Coloquei-a novamente de quatro, seu entusiasmo continuava, gemendo alto quase gritando. Chamei Maicon para calasse sua esposa, que logo o fez colocando seu membro na boca se sua esposa que atualmente me servia como uma puta, enquanto ele testemunhava de perto como nosso desejo se materializava. Ela se adaptava ao meu ritmo, enquanto a chamava de vadia.

_ Olhe com atenção para o que você possui em casa e para um pau de verdade que está experimentando agora._ A discrepância em tamanho era evidente.

    Ela observou os dois órgãos diante dela, segurando firmemente o meu enquanto soltava o do seu marido. Em seguida, pedi a ele que explorasse a bocetinha que estava agora arrombada, e ele prontamente atendeu, claramente excitado pelo que estava ocorrendo. Sua esposa, entregando-se a prazeres compartilhados, oferecia prazer oral a outro homem enquanto ele explorava uma bocetinha que havia sido recentemente usada. Não demorou mais que dois minutos para que ele atingisse o clímax.

    Enquanto ela continuava a me proporcionar prazer oral, me afastei um pouco e perguntei onde ela gostaria que eu terminasse. Apontando para seus seios, ela os apertou, olhando para mim. Assim, completei o ato, sentindo-me satisfeito com o dever cumprido.

    Após compartilhar um banho, Maicon assumiu a responsabilidade pelo pagamento do motel e me levou de volta ao local de partida, onde havíamos nos encontrado pela primeira vez. Regressei para casa, saciado e satisfeito após o ménage que havíamos vivenciado, enquanto percebia despertar em mim um certo fascínio por mulheres comprometidas.

    No dia seguinte, Maicon tentou agendar outro encontro, mas recusei educadamente, explicando que talvez não houvesse mais oportunidades. Ele persistiu, mencionando o desejo de sua esposa de me ter como um elemento constante em suas vidas. Respondi que as coisas não funcionam dessa forma e decidi bloqueá-los, para que entendessem que o "Sr. Bull" não está aqui para satisfazer vontades alheias, mas sim para definir seus próprios termos.


A Arte Shibari

    O Senhorio Bull também é uma manifestação de conhecimento, permita-me expressar em breves palavras a arte que me cativa e fascina: o Shibari.



    O Shibari transcende o simples fetiche de amarrar alguém. Ele é a encarnação da submissão completa, onde desejos e vontades se entrelaçam em um elo indissolúvel. Remanescente de uma arte marcial ancestral chamada "Hojojutsu", o Shibari tece uma história rica, tendo sido empregado no Japão feudal como instrumento de humilhação, punição e, claro, imobilização dos inimigos. Cada clã detinha seu próprio estilo de amarração, uma herança passada de geração em geração.

    Embora o Shibari e o Bondage (outra prática que igualmente me fascina) frequentemente se confundam, a distinção entre ambos é nítida. No Shibari, a estética das amarrações é tão crucial quanto a imobilização em si. O cuidado meticuloso é direcionado a cada enrolar de corda, delineando formas no corpo daquele que aceitou a jornada da submissão. Afinal, a imobilização é um meio para atingir o prazer.




    O impacto visual provocado pelo Shibari é sublime. Cordas desenham figuras eróticas no corpo da submissa, tecendo um cenário onde contornos e curvas se fundem em uma dança sensual. Cada amarração é criada com zelo, respeitando os limites da submissa e garantindo sua segurança. Essa estética entrelaçada ao erótico evoca um clima de intensa paixão.

    Em cada laço, em cada torção, desvela-se uma sensação de prazer inigualável. As diferentes formas exploradas, especialmente no momento da penetração, permitem que os envolvidos mergulhem em um profundo domínio de seus corpos. O Shibari é uma arte de autodomínio, onde o controle sobre a própria ejaculação se transforma em um deleite compartilhado. Cada amarração, cada toque, guia os amantes para uma experiência exuberante e completa.

Tarefa com a psicóloga

Conhecimento é poder, e compreender minha própria sexualidade era como empunhar uma arma poderosa. Foi assim que conheci Cristiano, um terapeuta sexólogo com uma mente aberta e uma habilidade incrível para me auxiliar a explorar meu próprio eu, um passo crucial para entender como proporcionar prazer a outra pessoa.

    Minha primeira lição de casa era mergulhar nas profundezas do meu desejo, delineando o que me excitava e o que poderia me inibir. Fiz duas listas distintas, um mapa emocional que me permitiu vislumbrar minha própria psicologia. E, por uma feliz coincidência, Amanda, minha amiga psicóloga, estava na cidade por alguns dias. Era uma oportunidade perfeita para embarcar nessa tarefa em conjunto.

    Com um impulso nervoso, comecei nosso primeiro contato. Amanda me recebeu com um sorriso contagiante, sua aura sanguínea emanando energia e alegria. Ela era uma mulher de estatura média, 165 cm de pura vivacidade. Sua personalidade borbulhante a envolvia, enquanto seus óculos acrescentavam um toque intelectual ao seu rosto. Seus seios generosos e um sorriso cativante criavam uma combinação intrigante. Sua paixão por livros e animes, sua afeição pelo rock e sua inclinação nerd a tornavam fascinantemente única.

    Expliquei a ela a tarefa que recebi e pedi por sua colaboração. Ela arqueou uma sobrancelha com curiosidade.

— Relaxe, meu bem. Essa ajuda é especial, e considerando nosso passado, você é a pessoa perfeita para isso. Preciso dos seus conhecimentos humanos e, bem... do seu corpo também._

— Meu corpo? Agora fiquei confusa._

— Ha ha ha, você sabe que comecei terapia sexual, e já me deram uma tarefa para entregar. Preciso identificar o que me excita e o que inibe meu desejo. É aí que você entra, querida, auxiliando meu pequeno guerreiro nesta jornada._

— Ah, pequeno guerreiro... de pequeno não tem nada, não pense que terá facilidades, meu amigo._ Ela riu, sua voz carregada de brincadeira.

    Nossas risadas se misturaram, e logo marcamos uma data para nossa "tarefa em equipe". Seria no sábado à noite, um momento em que poderíamos explorar essa jornada sem pressa.

    Chegado o dia, estacionei em frente à casa dela às 21 horas, como combinado. Ela saiu com um vestido rodado, parecendo uma aventureira pronta para se embrenhar em territórios desconhecidos. Sorri de volta, e juntos dirigimos até um motel próximo.

    Enquanto avançávamos, a tensão crescia. Afinal, o sexo entre amigos tinha uma dinâmica própria, intensificando nossa conexão e liberando um desejo que, de alguma forma, só fortalecia a amizade.

    No quarto, a atmosfera estava carregada de eletricidade. O olhar de Amanda era um misto de cumplicidade e curiosidade, prometendo uma noite de descobertas. Com um sorriso malicioso, ela questionou o início da nossa "tarefa".

    Rindo, respondi brincando:

— Nós já começamos? Sexo entre amigos, confirmado! Mulher de vestido, check!

    Ela riu, e enquanto se ajoelhava, senti meu desejo ganhar vida. Amanda propôs dar continuidade aos "testes", e a pulsação do meu desejo se tornou evidente na minha calça jeans.

— Parece que o pequeno guerreiro está pronto para ação, e eu nem precisei tocá-lo ainda — Amanda disse, com um tom provocativo e brincalhão.

     Comecei a deslizar o zíper, revelando meu membro, que ela pegou prontamente com ambas as mãos. Sem demora, começou um movimento ritmado de vai e vem, seus olhos encontrando os meus lá de baixo. A sensação melhorou quando uma sensação calorosa envolveu meu membro. Era sua boca, deslizando sobre mim com avidez, sem restrições. Ela estava claramente comprometida em me auxiliar, sem hesitação.

    Logo em seguida, as alças do vestido dela deslizaram, e ela começou a criar uma sensação ensalivada durante aquele intenso boquete, com a saliva escorrendo por seus seios. Observando o que estava por vir, ela então usou seus seios para executar uma espanhola em mim. Os seios deslizavam suavemente em meu membro, aumentando meu desejo, enquanto eu apreciava seu sorriso sabendo que ela estava proporcionando um momento delicioso.

    Aproveitando a excitação do momento, mencionei que gostaria de experimentar algumas coisas diferentes. Rapidamente, abri minha mochila que tinha trazido e comecei a espalhar diferentes tipos de camisinhas na cama. Ela pareceu surpresa e confusa, comentando:

_ Vamos com calma, não exagere, senão não vou aguentar.

_ Ha ha ha, Vamos experimentar diferentes camisinhas para ver qual delas me proporciona mais prazer.

    Então, pedi que ela ficasse de quatro, ainda usando o vestido que realçava sua feminilidade, e essa posição revelava de maneira provocante os lugares que eu estava prestes a explorar. No entanto, ela logo soltou um "Anal não!", e eu aceitei, embora relutantemente.

    A primeira camisinha, a do tipo "cabeção", apertava a base e era larga na ponta, o que não proporcionou uma boa sensação desde o começo. Trocamos rapidamente para outra, uma camisinha aromatizada, que tinha um cheiro agradável, mas ainda apertava um pouco, afetando a sensibilidade. Decidimos então experimentar um tipo feito de um material diferente do látex, o que começou a melhorar a situação. Ela estava de quatro, gemendo de prazer. Brinquei perguntando se ela estava gostando de me ajudar com aquele "experimento", e ela respondeu de maneira brincalhona que se fosse uma matéria de escola, repetiria todos os anos.

    Passamos por várias outras opções, incluindo camisinhas retardantes (que acabei não gostando, pois percebi que minha sensibilidade era menor, o que não me afetava tanto, já que não tinha problemas de ejaculação precoce), camisinhas extra grandes, ultra sensíveis e muito mais. As melhores foram as camisinhas extra grandes e ultra sensíveis, que tornaram o sexo quase como se não houvesse barreira. Depois dos testes, perguntei casualmente como estava indo com o anticoncepcional, ao que ela respondeu com um sorriso travesso:

_ Está em dia, é claro, querido.

    Retirei a camisinha com urgência, ansiando por sentir a pele contra pele. Nada se comparava à sensação do atrito natural, era muito mais prazeroso. Ela estava quase desfalecendo de prazer, tendo gozado já com a camisinha texturizada. Elogiei-a, reconhecendo o papel que estava desempenhando com um tapa audível em seu bumbum branco. Aumentei o ritmo até ouvi-la gritar, indicando que estava prestes a alcançar outro clímax. Era incrível sentir a excitação dela.

    A intensidade do orgasmo dela me levou ao meu próprio limite, e instruí-a a ajoelhar-se. Ela prontamente disse "não na boca", e eu respondi:

_ Temos outros lugares onde posso aproveitar.

    Assim, terminei gozando sobre seus seios, enquanto ela usava sua lubrificação para mais uma vez proporcionar uma espanhola. Seu corpo estava coberto dos meus fluídos, e então eu brinquei, dando algumas batidas leves com o pênis em seu rosto. Ela resmungou:

_ Safado, idiota!

    Eu respondi, brincando:

_ Você disse "não na boca", mas nada foi dito sobre o resto.

    Ela só deu uma lambida na cabeça do meu membro e comentou:

_ Não é a sua porra, mas eu não nasci para isso de tomar leitinho, o gosto não é nada bom.

Eu sorri e disse:

_ Melhor que nada.

    Decidimos então ir tomar banho juntos para nos limparmos, satisfeitos com a experiência que compartilhamos. Depois, a deixei na casa de sua tia, sabendo que nossa relação continuaria como antes, mas com a memória daquelas sensações ainda fresca em nossas mentes.

sábado, 1 de julho de 2023

O adeus de Thamyres

    Estava prestes a chegar o dia do nosso reencontro, e a ansiedade me envolvia por completo. Saber que a nosso sexo ia além da mera química era como uma combustão intensa, algo que o destino tentava desesperadamente separar, devido ao perigo que essa conexão representava quando entrava em contato.

    Senhorita Thamyres, com a bunda mais bela que meus olhos já viram. Naturalmente empinada, cativava-me como um apreciador desses atributos desde o momento em que meus olhos pousaram em seus quadris. Desde aquele instante, fui cativado, hipnotizado pelo desejo de possuir esse corpo. Embora tenhamos diversas histórias juntos, desta vez vou contá-la de maneira diferente. Não começarei pelo começo, mas sim pelo desfecho - ou, pelo menos, como ela acredita que tenha terminado.

    Deixe-me primeiro apresentar a personagem central, Thamyres: seu bumbum redondo e empinado era simplesmente fascinante, com uma cintura fina que contrastava com pernas definidas e torneadas. Seus seios eram delicados e seu olhar carregava um toque de ousadia, refletindo o seu interior. Sua boceta, apertada e sempre pronta para mim, a cada toque meu a fazia se molhar. No entanto, essa mulher era mais do que apenas sensualidade. Com seu cabelo curto - um sinal de mulher perigosa e destemida - e uma mancha em forma de coração em sua perna, ela exibia uma mistura de ousadia e fofura.


    Após um longo período sem nos envolvermos intimamente, mas com a mesma chama ardendo dentro de nós, retomamos nossas conversas e começamos a planejar um reencontro. Ela insistia que queria que nossa relação permanecesse no nível de bons amigos, sem ultrapassar esses limites. No entanto, eu vi isso como um desafio. Era hora de mostrar a ela que meu toque era algo que ela ansiava profundamente, algo que a faria desejar minha presença junto à dela, e dentro dela.

    Antes do nosso encontro, parei em uma adega e escolhi dois vinhos frisantes Lambrusco, conhecidos como "o vinho dos namorados". Era minha maneira de preparar o cenário, caso fosse necessário. Eu acreditava que a presença do vinho complementaria minha própria presença ao redor de seu corpo delicioso.

    Nossas conversas diárias continuavam, e as fotos que trocávamos eram mais sugestivas. Eu compartilhei uma imagem pós-academia, meu corpo suado e esculpido, criando uma memória visual que certamente provocava desejos sensuais em sua mente. Eu fui um pouco mais ousado, enviando um vídeo íntimo, aguardando ansiosamente o toque de suas mãos deslizando sobre meu corpo, assim como antes. Ela respondia com um crescente desejo a cada interação.

    No dia que planejamos nos encontrar, estava marcado para as 19h. No entanto, às 13h, eu resolvi enviar um açaí até sua casa com uma mensagem cifrada: "Sua melhor Versão". Minutos depois, ela tentou cancelar nosso encontro. Minha resposta foi simples: aceite o que está em sua porta. Houve um breve momento de ausência, mas logo ela retornou, exibindo um sorriso radiante. Ela estava claramente animada com a mensagem, e sugeriu que nos encontrássemos mais cedo. Pedi apenas uma hora e concordamos em nos encontrar no local de sempre.

    Quando o horário chegou, dirigi-me à praça que geralmente visitávamos à noite. O calor do dia era intenso, e logo ela chegou em sua moto. Seu sorriso era contagiante, mesmo diante do calor. Estacionou a moto próxima ao meu carro e se juntou a mim:

_ O dia está realmente quente para ficarmos aqui. _ exclamei, manifestando minha surpresa.

_ Sim, eu também percebi. Não estava esperando por esse calor.

_ E que tal se eu te levar para um lugar mais fresco?

_ Que lugar seria esse?

_ Apenas diga sim se estiver disposta a ir a qualquer lugar comigo.

_ Sim.

    Era minha chance. Naveguei pelas ruas da cidade e nos dirigi a um lugar onde tivemos ótimos momentos juntos anteriormente - um motel. Escolhi o mesmo quarto temático, completo com uma moto dentro, permitindo que a criatividade fluísse.

    Assim que entramos no quarto, coloquei os vinhos no frigobar. Brinquei com ela:

_ Você já veio com más intenções para o nosso encontro, não é?

_ Prefiro dizer que estou apenas sendo cauteloso. Você sabe como fico depois de algumas taças de vinho, e também conheço bem o efeito que o vinho tem sobre você.

    Ela soltou uma risada e se sentou na cama, seus olhos percorrendo meu corpo de cima a baixo, enquanto mordia os lábios com um olhar cheio de desejo. Eu me aproximei e subi sobre o seu corpo, dando-lhe um beijo longo, pressionando meu membro já duro contra ela. A minha excitação estava clara, evidenciada pela proximidade de nossos corpos.

    As mãos dela deslizaram suavemente pelo meu corpo, agora desprovido de roupas, como se estivesse matando a saudade de cada centímetro. Suas mãos eram quentes e macias, e eu a conduzi até o meu membro, já rígido, ansioso para sentir o contato dela. Mantendo o olhar fixo nos olhos dela enquanto me masturbava, eu sussurrei:

_ Me chupa, minha puta!

_ Sim, senhor!

    A boca dela me envolveu com fervor, como se desejasse saborear cada pedaço de mim, saciando sua fome e desejo. Eu sabia que precisava assegurar sua satisfação, prometendo dar-lhe tudo o que ela precisava, eternizando aquele momento para que ninguém jamais pudesse superá-lo.

    As roupas dela caíram ao chão, e eu me ergui, ordenando que ela ficasse de quatro na beira da cama. Queria possuí-la enquanto ambos desfrutávamos da cena refletida pelos espelhos em todos os ângulos possíveis. Ela se posicionou prontamente, como uma boa submissa, ansiosa e entregue a seu dono. Enquanto ela rebolava em minha língua, sua boceta encharcada de tesão, eu saboreava cada momento.

    Dominada pelo desejo, sua faceta ousada se mostrava claramente, sem resistência. Para verificar se ela ainda lembrava e seguia o que eu havia ensinado, perguntei:

_ A quem você pertence?

_ Ao senhor, meu dono.

    Após essa afirmação, penetrei-a com força, iniciando um ritmo vigoroso, como um animal possuído pelo desejo. Cada tapa em sua bunda deixava uma marca avermelhada, indicando o calor do momento. Enquanto a provocava, deixei claro que naquela noite ela era apenas minha.

    Puxei seu cabelo e desferi um tapa forte em seu rosto, vendo um sorriso brotar, indicando que ela adorava ser tratada dessa forma. Ela se entregava ao papel de submissa, como uma cadela no cio, rebolando sem nenhum pudor.


    Deito-me na cama e ela se posiciona por cima de mim, guiando meu membro para sua parte íntima, os meus dedos pressionam e massageiam o seu clitóris, que agora está reagindo com espasmos, indicando que o seu primeiro orgasmo está próximo. Seguro-a firmemente, seus braços pressionando-a para ir mais fundo, enquanto aumento a intensidade do toque seu clitóris, até que ela finalmente goza sobre mim, gritando com uma entrega quase submissa, me encharcando com seus fluidos.

Delícia! exclamo, enquanto Thamyres tenta recuperar o fôlego. A sua expressão de prazer aumenta o meu próprio desejo.

    Olho para ela e pego um dos vinhos que já estava gelado:

Vamos tomar algo para ajudar você a se recuperar do primeiro orgasmo do dia.

Enquanto ela bebe, ela brinca:

O vinho só não está tão gostoso quanto o gosto do seu pau.

    Brinco de volta:

Talvez misturar o útil ao agradável torne o vinho ainda mais gostoso para você.enquanto jogo um pouco do vinho da garrafa em meu membro ainda rígido.

    Ela não hesita, ajoelha-se e começa a me chupar. Eu me acomodo sentado, uma taça de vinho é entregue a mim, enquanto ela volta a me dar prazer oral. Neste momento, percebo que o vinho nunca pareceu tão bom, degustando-o enquanto recebo um boquete tão prazeroso. A sincronia entre a sensação na minha boca e no meu membro é quase transcendente.

    Empurro-a de volta para a cama e peço que fique sentada, recostada nos travesseiros e na cabeceira. Dessa posição, ela tem apoio enquanto a penetro com intensidade. Exploro seu corpo, lambendo seu pescoço e seios, desfrutando do gosto do vinho misturado com o sabor dela. Seus gemidos se intensificam enquanto vario entre beijos e penetrações profundas. Decido apimentar a situação.

    Minha mão desce até o seu clitóris, mesmo depois de suas ressalvas. Acerto-a com um tapa, apertando seu pescoço suavemente, fazendo-a virar os olhos. Minha mão continua o movimento, finalmente a levando ao segundo orgasmo.

    A moto no quarto chama minha atenção. A ideia de usá-la como cenário ainda não havia sido explorada. Vou até a moto e a instruo a montar e empinar a bunda. Antes que ela possa subir, dou-lhe um tapa vigoroso naquela bunda maravilhosa, sentindo uma excitação instantânea. A sensação da pele sob meus dedos é incrivelmente prazerosa. Monto na garupa, direcionando-me para encontrar a posição dela. Parece estar cheia de energia, ansiosa por cada centímetro e segundo do nosso encontro.

    Peço que ela empine ainda mais e elevo a bunda, iniciando um ato de paixão em cima da moto. O espelho reflete nossa imagem, quanta depravação, dois corpos em um ápice de prazer, entregues como animais. A memória dessa cena intensa é suficiente para reacender o desejo a qualquer momento.

    Enquanto puxo os cabelos dela e dou tapas em sua bunda, seus gemidos se tornam mais intensos a cada contato. Vejo suas pernas tremerem sobre a moto, seus líquidos escorrendo pelas pernas. A terceira onda de prazer a domina.

    O cansaço é visível, e a banheira já está cheia. Pego a segunda garrafa de vinho, perfeita para a ocasião. Entramos na água quente, segurando taças geladas, prontos para conversar como adultos, com um toque especial e sem roupas.

    A cada gole, risadas ecoam pelo ambiente. Notando que ela não larga meu membro, brinco:

Com medo de que ele escape?

Estou apenas aproveitando algo de que estava com saudades ela responde.

Estava com saudades só do meu pau? E de mim, não?

Não posso ter saudades dos dois? Afinal, estou falando com você e minha mão está nele.

    Mais risadas preenchem o espaço enquanto nos beijamos, embalados pelo vinho que faz efeito. Comento sobre três pedidos que tenho:

Primeiro, quero um registro desse dia para guardar.

    Ela concorda com um aceno de cabeça.

Segundo, deixarei você escolher onde quiser que eu goze.

    Ela riu e assentiu novamente.

_Terceiro, que quero experimentar o seu sexo anal, uma bunda apaixonado que sou, se já é gostosa assim por fora, por dentro deve ser uma loucura. _ disse eu com um sorriso sugestivo.

    Ela olha para mim e após uma breve pausa, ela assentiu com um sorriso travesso.

    Eu estava ansioso por mais algumas horas de intimidade antes de encerrar aquele dia da melhor maneira possível, sabendo que o exercício físico que estávamos praticando era realmente o melhor tipo de "cárdio" que poderíamos ter.

    Após sairmos da banheira, percebemos que o celular dela continuava tocando incessantemente. Ela mostrou que seu ex-namorado estava ligando e sugeri que ela atendesse. Com as várias ligações que ele já havia feito, parecia ser uma falta de educação não responder e também uma oportunidade ímpar para aproveitar.

    Ela atendeu a ligação e respondeu com um educado:

_Oi? Estou na casa de uma amiga. O que você quer falar?

    Enquanto ela estava ocupada ao telefone, continuei oferecendo a ela um carinho oral delicado, enquanto lhe fazia um sinal para ficar em uma posição específica. Ela obedeceu, ficando de quatro na cama, com uma expressão de prazer evidente em seu rosto.

    Com cautela, a penetrei suavemente, tomando cuidado para que os sons não saíssem audíveis na ligação. Enquanto eles conversavam, nós dois estávamos envolvidos naquele momento íntimo, e a excitação dela não podia ser escondida. Gradualmente, aumentei o ritmo, e sua voz ao telefone começou a tremer, e então ouvi:


_Você está bem? Sua voz está diferente.

_Estou sim, acho que minha rinite está atacando.

_Vai tomar um remédio, meu amor.

_Tô tomando... (ela abafa um gemido com o rosto no colchão) ...vou ali tomar mais um pouco, depois a gente se fala.

_Ok, te amo... (ela desliga a ligação).

    Ela começa a gemer intensamente enquanto continua a contar para mim:

_Seu... cachorro, olha o que você faz comigo. Você tira completamente minha razão, me deixa totalmente submissa aos seus desejos e o pior de tudo... (ela pausa enquanto tem espasmos e começa a gozar intensamente, se contorcendo) ... eu ADORO! Adoro como você me faz sentir livre e o prazer que você me proporciona.

    Com meu próprio tesão acentuado pelo seu orgasmo, meu pau está pingando, então o aproximo da sua boca brincando:

_Vem tomar seu remedinho, DIPIROCA, ha ha ha, não poderia perder essa oportunidade.

    Nós rimos juntos e ela se aproxima com vontade, me chupando como se estivesse saboreando um pirulito delicioso.


_Ei, você é insaciável, nem parece que já gozou quatro vezes hoje. Se continuar assim, teremos que passar a noite inteira para saciar esse fogo._

_ Só estou tomando meu "remedinho", uma pena que não tenhamos tanto tempo. _ enquanto ainda focada no ótimo oral que me fazia.

    Ela estava certa, não tínhamos tanto tempo assim, afinal, levávamos vidas separadas. Mas naquele momento, estávamos vivendo a melhor versão um do outro.

    Ainda me chupando, ela me olha com um olhar provocante e diz:

_ Esse "remédio" vai fazer mais efeito como "supositório"._

    Com meu membro em sua boca e seu olhar ansioso por ação, ela se empina de quatro e balança os quadris, mostrando sua natureza ousada.

_ Verdade, mas antes, vamos tirar uma foto de lembrança. Vamos até a moto, ela vai eternizar esse momento._

    Nós nos levantamos da cama e nos dirigimos até a moto. Ela ficava maravilhosa nua sobre o assento da motocicleta. Tirei algumas fotos de lembrança e fomos além. Começamos a nos envolver em uma nova rodada de intimidade em cima da moto, com ela virada na direção contrária. Enquanto isso, me olhava através do espelho, sabendo que estávamos nos filmando. O tesão crescia rapidamente, e eu sabia que precisávamos parar antes que eu chegasse ao clímax antes de realizar o desejo de estar com ela daquela forma.

    Depois de uma lubrificação adequada, comecei a introduzir cuidadosamente em seu ânus. Ela pediu mais lubrificante, e após prepararmos bem, começamos a explorar esse novo terreno. Com movimentos lentos, ela se acostumou com a sensação, encontrando prazer na novidade.

    E então, ouvi uma das frases que mais me excitaram:

_ Goza no meu cuzinho vai, enche ele com sua porra.

    Comecei a aumentar o ritmo das investidas, enquanto sentia meu clímax se aproximando. Gozei intensamente, prolongando meu orgasmo e desencadeando o quinto orgasmo dela! Era o ápice da nossa noite.

    Ficamos parados por um momento, absorvendo aquela sensação de êxtase. Olhei para ela, que me encarava com um sorriso no rosto, quase sussurrando "cinco vezes, uau". Respondi com um sorriso e a levei para o banheiro. Nossas quatro horas de prazer estavam chegando ao fim, e um último banho nos aguardava, marcando a despedida daquela noite que se tornaria inesquecível.


    E mais uma vez: "Ninguém jamais saberá tudo sobre nós".

    A roda da vida gira, e apenas nós conheceremos nossa melhor versão.


O encontro rápido

      Ela me chamou com uma proposta indecente no meio do expediente. Assim que entrei na loja de óculos, seus olhos provocantes encontraram...