O final do semestre na faculdade
estava chegando, e a pressão para conseguir boas notas era palpável entre todos
os alunos. Eu fazia parte de um grupo de estudo composto por quatro pessoas,
mas quem realmente me interessava nesse grupo era Natasha. Ela tinha 21 anos,
pele branca, cabelos ruivos, um corpo delicado, seios pequenos e um bumbum que
era um verdadeiro convite.
Já nos conhecíamos há uns dois
semestres, desde que entrei nessa turma após mudar do período da manhã para o
noturno. Isso se encaixava melhor com o meu trabalho, e desde então eu olhava
Natasha de maneira diferente. A atração entre nós era palpável, mas ela estava
namorando, o que limitava qualquer chance de algo mais.
Mas a sorte estava ao meu lado,
pois o namorado dela decidiu causar uma briga e eles terminaram. Natasha
apareceu na faculdade abatida e carente, e quando perguntei como estava, ela se
abriu comigo.
_ Não estou bem, me sinto sozinha
após o término. Acho que fiz a decisão certa, ele só me estressava. Estava
difícil, ele nunca parecia me ouvir.
_ Quem perdeu foi ele. Você é
areia demais pro caminhãozinho dele. Se ele não se arrependeu ainda, logo
estará correndo atrás quando te ver seguindo em frente.
_ Você acha?
_ Tenho certeza. E não escondo
que sempre tive um interesse por você. Seu cabelo ruivo, pele branquinha, rosto
que parece uma boneca de porcelana... bem, deixa pra lá. Mas saiba que eu
adoraria explorar isso.
Rimos e logo outro colega do grupo de
estudos se aproximou, mudando o assunto para a prova que tínhamos pela frente.
Depois da prova, saímos praticamente juntos e ficamos discutindo sobre a prova.
_ Como você vai para casa?
_ Vou de ônibus. Vou esperar na
frente da faculdade.
_ Faltam umas duas horas para ele
chegar. Não quer uma carona?
_ Não sei, é meio fora de mão
para você.
_ Sem problemas. Na verdade,
estava pensando em dar uma volta por aquela região próxima à sua casa.
_ Tudo bem então, só espero não
estar atrapalhando.
_ Jamais. Vai ser ótimo ter sua
companhia para esquecer um pouco dessa prova.
No estacionamento, quando ela
entrou no carro, resolvi arriscar e me aproximei do rosto dela, esperando ver
se haveria reciprocidade. E ela não hesitou, me deu um beijo como se estivesse
esperando por isso há muito tempo. Foi rápido, e logo ela se surpreendeu com o
que tinha feito, mas eu apenas sorri
_ Vamos dar uma volta antes de eu
te levar pra casa. Tudo bem pra você?
_ Claro. - ela disse, com uma
expressão envergonhada.
Nosso passeio nos levou a um
bairro afastado, ainda em desenvolvimento. Era um lugar tranquilo, e ela estava
um pouco tensa e apreensiva, o que era compreensível. Assim que parei o carro e
a beijei novamente, o clima esquentou. Ela veio para o meu banco e sentou em
cima de mim, roçando vagarosamente enquanto minhas mãos exploravam seu corpo. O
toque sutil em seu sutiã fez com que ele se abrisse, dando-me a pista de que
podia ousar mais.
Em um certo momento, reclinamos o
banco, e ela se ajoelhou para me dar um oral. A maneira como ela me olhava,
mordendo os lábios enquanto se abaixava, era excitante. Ela rapidamente tirou
minha calça e minha cueca, revelando meu membro, que ela prontamente abocanhou,
ávida por prazer.
Mal podia acreditar que toda
aquela intensidade estava se revelando naquele rosto angelical, que havia se
transformado completamente em uma safada, emanando uma aura de desejo enquanto
me envolvia em carícias provocantes. Seus lábios me tocavam com suavidade,
deixando um rastro de umidade que despertava meus sentidos. Seus olhos, cheios
de êxtase, diziam mais do que palavras poderiam expressar, saciando uma fome
que estava adormecida
Histórias insinuantes sobre ela
surgiram durante nossas conversas mais calorosas, mas nada poderia me preparar
para presenciar isso pessoalmente. Anseio por explorar cada instante desse
encontro, aproveitando cada momento compartilhado. Pedi gentilmente para que
ela se libertasse das vestes, enquanto minhas mãos percorriam minha própria
jornada.
O que já era atrativo com roupas
tornou-se uma visão arrebatadora sem elas. Seu corpo, uma obra de arte, estava
diante de mim, despertando anseios intensos. Desejava preencher a lacuna entre
nós, mas antes permiti que minhas mãos explorassem sua pele, despertando
arrepios de prazer.
Sugeri mudarmos de posição,
deixando-a repousar no banco. Seus olhos me desafiavam, suas pernas acolhiam o
espaço ao meu redor. A visão de sua boceta rosada, pronta para ser explorada,
provocava uma tensão deliciosa. Lentamente, rocei meu membro na entrada de sua
umidade, sentindo-a reagir com uma doçura excitante.
Seu desejo era palpável, uma
ânsia por satisfação acumulada ao longo do tempo. Que não me contive em
comentar:
- Aquele ex-namorado é um otário,
admito, mas graças a ele estou experimentando tudo o que desejei desde que nos
conhecemos.
- Esqueça aquele pinto pequeno,
me foda! Quero te sentir dentro de mim. - Ela implorando por minha proximidade.
Cedi ao chamado e, em um
movimento, nos conectamos. Ela estremeceu, prazer fluindo como uma corrente
elétrica. Os gemidos suaves que escapavam de seus lábios eram testemunhas da
paixão ressurgindo em novas formas. A embriaguez do momento nos envolveu, uma
sinfonia de emoções misturadas.
Vidros embaçados, carro vibrando,
nossos corpos dançavam nessa melodia. Enquanto saboreava seus seios,
mordiscando-os com ternura, ela confessou o quanto aquela sensação estava
gostosa, enquanto delirava de prazer, dei logo um tapa, afirmando com um toque
de intensidade que era para ela ficar calada e só falar algo quando necessário.
Mas o
necessário foi mais rápido que eu pensava, ela solta pouco depois.
_ Parece
que tem alguém vindo para cá, vejo uma luz vindo em nossa direção.
Lancei um olhar rápido para o
para-brisa e meus olhos captaram o contorno de uma figura se aproximando do
carro. A adrenalina correu pelas minhas veias, e meus instintos me levaram a
acelerar o carro, deixando para trás aquela situação. Meu coração batia
descompassado, uma mescla estranha de excitação e ansiedade. Enquanto dirigia,
não pude conter um riso nervoso, como se as emoções estivessem em turbilhão.
Finalmente, escolhi uma distância
segura e estacionei. Vestindo minhas roupas, senti uma mistura de alívio e
expectativa. Ela, no entanto, tinha outros planos e expressou um desejo.
_Com o carro parado, ela sorriu
maliciosamente e murmurou:
_ Não precisa se vestir todo.
Deixa pelo menos isso para me entreter enquanto você me leva para casa. Afinal,
que tal concluirmos o que começamos e, é claro, eu preciso te agradecer pela
carona.
Então, comecei a dirigir a uma
velocidade entre 10 e 20 km/h, desfrutando ao máximo daquela experiência
sensual. Seus lábios envolviam-me com habilidade, evitando qualquer
derramamento, enquanto eu admirava sua atitude ousada. Era fascinante como
aquela ruiva de aparência angelical podia se revelar tão ousada.
Após alguns momentos, escolhi uma
vaga discreta para estacionar o carro. Era como se ela soubesse exatamente o
que fazer quando o carro parou. Ela acelerou suas ações, intensificando o
ritmo, e eu me permiti sucumbir ao prazer crescente. Sua habilidade em me
proporcionar prazer estava além do que eu poderia imaginar.
O clímax se aproximava e, com uma
conexão intensa entre nós, experimentei um orgasmo intenso, liberando o prazer
que havia se acumulado. Ela continuou, determinada a não desperdiçar nada,
prolongando cada momento de êxtase. Sua dedicação e intensidade eram
surpreendentes, como se ela desejasse tirar até a última gota de prazer.
Após aquele momento sublime,
seguimos nosso caminho, compartilhando risadas e uma sensação de êxtase
compartilhado. O ar estava carregado de um misto de satisfação e antecipação.
Foi quando ela perguntou, com um toque de diversão:
_Por acaso, você tem uma bala?
Não quero chegar à casa da minha avó com bafo de porra._
Com um sorriso divertido,
respondi prontamente:
_Claro, tenho algo na minha
mochila que pode ajudar. _ mecho um pouco na mochila e lhe entrego um hall refrescante.
Nesse momento, parei o carro em
uma esquina próxima à casa dela. Enquanto nos despedíamos, senti uma mistura de
antecipação e excitação no ar. Nossos lábios se encontraram em um beijo cheio
de promessas e desejo. Com um olhar malicioso, ela sussurrou:
_Mal posso esperar pela próxima
vez... até logo._
Ela saiu do carro com uma
confiança cativante, deixando-me ansiando por mais. Observando-a desaparecer na
noite, senti uma onda de expectativa e satisfação por essa noite cheia de
surpresas.
Mais tarde, em casa, uma mensagem
dela aguardava no meu telefone:
Desde
então eles deram certo e estão até hoje junto como uma família e nossa amizade
perdura com esse desejo de reviver aqueles momentos, um flashback do que
poderia ter sido, continua vivo como uma curiosidade que nunca adormece.


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