A primeira puta vez a gente nunca
esquece, aquela que me inspirou e libertou o Senhor Bull, como sou hoje, vou
chamá-la de Tânia. Tudo começou de forma inocente, ou pelo menos posso dizer
que parecia, com algumas curtidas discretas nas minhas fotos no Instagram.
Tânia tinha uma aparência jovem e atraente, o tipo de mulher que chama a
atenção. Decidi tomar a iniciativa e puxar conversa, e não demorou muito até
que marcássemos de nos encontrar pessoalmente.
Tânia tinha características
marcantes: baixa estatura, pele parda, cabelos pretos e lisos que lembravam os
de uma índia, e uma franja que ocasionalmente caía sobre sua testa. Seus olhos
vibrantes tinham um toque de inocência, mas o que mais chamava minha atenção
era sua generosa bunda – algo que eu definitivamente apreciava
No dia do encontro, a esperei em
seu endereço. Ela morava com a mãe, então parei na esquina para evitar qualquer
constrangimento. Finalmente, Tânia veio em minha direção, entrou no carro e
trouxe consigo um perfume cativante. Em nossa conversa, ela se apresentou como
uma moça comum, longe de se parecer com a mulher que se tornaria para mim mais
tarde. Decidimos nos dirigir a um local mais afastado da cidade, um loteamento
ainda em construção que dava para um rio. Nesse momento, nos movemos para o
banco de trás, para ficarmos mais à vontade.
Com pouco a dizer, nossos lábios
se encontraram. Seus lábios carnudos e ávidos responderam imediatamente aos
meus beijos. Conforme minha pegada se tornava mais firme, eu podia ouvir
gemidos suaves escapando de sua boca. Minhas mãos percorriam seu corpo enquanto
minha língua explorava seu pescoço desnudo. Minha mente se perdeu em suas formas
e cheiros, e logo minha mão deslizou entre suas coxas em direção ao seu sexo.
Sua respiração acelerou, e seus olhos me encararam com desejo.
Tânia: (ofegante) Isso é... tão
excitante.
Senhor Bull: (acaricia seu rosto)
Você é incrivelmente irresistível.
Tânia: (suspira) Não sei... se
devemos...
Senhor Bull: (olhar intenso) Seu
corpo diz o contrário, Tânia.
Afastando-me um pouco de seu
corpo, pude sentir a confusão nos olhos de Tânia. Ela parecia se questionar se
havia feito algo errado ou se não entendia minhas intenções. No entanto, suas
dúvidas logo foram dissipadas quando abri o zíper da calça, movido pelo desejo
urgente de saciar o tesão que nos consumia. Seus olhos se fixaram no meu membro
agora exposto, e sua boca se abriu levemente, revelando uma antecipação
palpável. Sua saliva denunciava seu apetite pelo que estava prestes a
acontecer.
Senhor Bull: (voz firme) Agora é
a hora, Tânia. Quero que me chupe, como uma boa menina.
Seus lábios envolveram meu membro
sem hesitação, e ela demonstrou uma habilidade impressionante. Cada movimento,
cada toque, estava impregnado de uma intensidade que fazia meu corpo
estremecer. Ela se entregava ao ato, permitindo-me guiar sua ação. Às vezes, eu
a puxava pelos cabelos, esfregando meu membro em seu rosto e provocando sua
entrega ainda mais. Ela me chupava com um entusiasmo voraz, indo fundo em sua
garganta e voltando, sem demonstrar resistência.
Senhor Bull: (sussurra) Você
gosta disso, não é? Gosta de ser minha putinha.
Tânia: (gemendo) Sim... senhor.
Eu continuava a conduzir a cena
com autoridade, usando sua boca para meu prazer. Tânia se entregava às minhas
instruções, buscando satisfazer cada desejo meu. Ela estava completamente
imersa em seu papel, obedecendo sem hesitar.
Senhor Bull: (voz dominante) Isso,
Tânia. Mostre-me do que é capaz.
O ritmo acelerou, e eu a avisei
que estava prestes a gozar. Ela intensificou seus movimentos, preparando-se
para receber minha liberação. Seu empenho era notável, e o clímax que se seguiu
foi intenso e satisfatório para ambos. Tânia engoliu cada gota com devoção,
cumprindo seu papel de forma exemplar.
Após o ápice, eu a beijei e a
deixei em casa. Suas ações tinham sido notáveis, e eu reconheci isso. Antes que
ela saísse do carro, deixei claro nosso novo status.
Senhor Bull: (voz firme)
Lembre-se, a partir de agora, você é minha, Tânia.
Tânia: (sorrindo) Sim, senhor.
Enquanto seguia de volta para
casa, sentia-me satisfeito e revigorado. Tinha encontrado alguém que
compartilhava meus desejos e que estava disposta a se entregar ao meu domínio.
Era o início de uma jornada que nos levaria por caminhos desconhecidos e
prazerosos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário