quarta-feira, 23 de março de 2022

A primeira puta a gente nunca esquece

   

    A primeira puta vez a gente nunca esquece, aquela que me inspirou e libertou o Senhor Bull, como sou hoje, vou chamá-la de Tânia. Tudo começou de forma inocente, ou pelo menos posso dizer que parecia, com algumas curtidas discretas nas minhas fotos no Instagram. Tânia tinha uma aparência jovem e atraente, o tipo de mulher que chama a atenção. Decidi tomar a iniciativa e puxar conversa, e não demorou muito até que marcássemos de nos encontrar pessoalmente.

    Tânia tinha características marcantes: baixa estatura, pele parda, cabelos pretos e lisos que lembravam os de uma índia, e uma franja que ocasionalmente caía sobre sua testa. Seus olhos vibrantes tinham um toque de inocência, mas o que mais chamava minha atenção era sua generosa bunda – algo que eu definitivamente apreciava

    No dia do encontro, a esperei em seu endereço. Ela morava com a mãe, então parei na esquina para evitar qualquer constrangimento. Finalmente, Tânia veio em minha direção, entrou no carro e trouxe consigo um perfume cativante. Em nossa conversa, ela se apresentou como uma moça comum, longe de se parecer com a mulher que se tornaria para mim mais tarde. Decidimos nos dirigir a um local mais afastado da cidade, um loteamento ainda em construção que dava para um rio. Nesse momento, nos movemos para o banco de trás, para ficarmos mais à vontade.

    Com pouco a dizer, nossos lábios se encontraram. Seus lábios carnudos e ávidos responderam imediatamente aos meus beijos. Conforme minha pegada se tornava mais firme, eu podia ouvir gemidos suaves escapando de sua boca. Minhas mãos percorriam seu corpo enquanto minha língua explorava seu pescoço desnudo. Minha mente se perdeu em suas formas e cheiros, e logo minha mão deslizou entre suas coxas em direção ao seu sexo. Sua respiração acelerou, e seus olhos me encararam com desejo.

Tânia: (ofegante) Isso é... tão excitante.

Senhor Bull: (acaricia seu rosto) Você é incrivelmente irresistível.

Tânia: (suspira) Não sei... se devemos...

Senhor Bull: (olhar intenso) Seu corpo diz o contrário, Tânia.

    Afastando-me um pouco de seu corpo, pude sentir a confusão nos olhos de Tânia. Ela parecia se questionar se havia feito algo errado ou se não entendia minhas intenções. No entanto, suas dúvidas logo foram dissipadas quando abri o zíper da calça, movido pelo desejo urgente de saciar o tesão que nos consumia. Seus olhos se fixaram no meu membro agora exposto, e sua boca se abriu levemente, revelando uma antecipação palpável. Sua saliva denunciava seu apetite pelo que estava prestes a acontecer.

Senhor Bull: (voz firme) Agora é a hora, Tânia. Quero que me chupe, como uma boa menina.

    Seus lábios envolveram meu membro sem hesitação, e ela demonstrou uma habilidade impressionante. Cada movimento, cada toque, estava impregnado de uma intensidade que fazia meu corpo estremecer. Ela se entregava ao ato, permitindo-me guiar sua ação. Às vezes, eu a puxava pelos cabelos, esfregando meu membro em seu rosto e provocando sua entrega ainda mais. Ela me chupava com um entusiasmo voraz, indo fundo em sua garganta e voltando, sem demonstrar resistência.

Senhor Bull: (sussurra) Você gosta disso, não é? Gosta de ser minha putinha.

Tânia: (gemendo) Sim... senhor.

    Eu continuava a conduzir a cena com autoridade, usando sua boca para meu prazer. Tânia se entregava às minhas instruções, buscando satisfazer cada desejo meu. Ela estava completamente imersa em seu papel, obedecendo sem hesitar.

Senhor Bull: (voz dominante) Isso, Tânia. Mostre-me do que é capaz.

    O ritmo acelerou, e eu a avisei que estava prestes a gozar. Ela intensificou seus movimentos, preparando-se para receber minha liberação. Seu empenho era notável, e o clímax que se seguiu foi intenso e satisfatório para ambos. Tânia engoliu cada gota com devoção, cumprindo seu papel de forma exemplar.

    Após o ápice, eu a beijei e a deixei em casa. Suas ações tinham sido notáveis, e eu reconheci isso. Antes que ela saísse do carro, deixei claro nosso novo status.

Senhor Bull: (voz firme) Lembre-se, a partir de agora, você é minha, Tânia.

Tânia: (sorrindo) Sim, senhor.

    Enquanto seguia de volta para casa, sentia-me satisfeito e revigorado. Tinha encontrado alguém que compartilhava meus desejos e que estava disposta a se entregar ao meu domínio. Era o início de uma jornada que nos levaria por caminhos desconhecidos e prazerosos.


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