segunda-feira, 4 de abril de 2022

Se tornando meu depósito de Porra

 


Uma saga ardente começou com meu depósito de porra, Tânia, em algum momento de março ou abril de 2018. Até hoje, basta uma mensagem minha para que ela se entregue obedientemente. É assim que um mestre deve tratar sua submissa - não disponível sempre que elas querem, mas sim sempre que eu desejo.

"Estou ansiosa para te sentir, mestre", sussurrou Tânia ao telefone, sua voz carregada de desejo.

Lembro-me vividamente do episódio de sexo selvagem em minha casa. Naquele dia, ousadamente faltei à última aula da faculdade para buscá-la em frente à sua casa e levá-la a um motel. O nervosismo e a excitação daquele momento são gravados em minha mente, uma loucura feita em nome do desejo, embora eu não recomende a ninguém. Cuidado é essencial.

"Preciso de você agora, mestre", ela sussurrou enquanto eu a empurrava contra a parede do motel, minhas mãos explorando seu corpo com avidez.

Pedi que fizéssemos amor sem barreiras, confiando no anticoncepcional que eu mesmo providenciara para ela. Fomos à cama, à mesa, à banheira, explorando todos os cantos possíveis. Acordamos entre nós que só a dispensaria depois que sua bucetinha ficasse inchada de tanto prazer. Cada vez que eu gozava em sua boca, reforçava: "Não se desperdiça nem um pedaço de mim que estou te dando". E ela sempre limpava, não deixando sequer uma gota para trás.

"Você me pertence, Tânia", eu murmurei em seu ouvido enquanto a possuía com fervor, nossos corpos colados em êxtase compartilhado.

Em outra ocasião, nos aventuramos próximo à faculdade onde eu estudava. Como minhas aulas eram à noite, era improvável que alguém nos visse. Estacionávamos em uma rua deserta próxima e eu a possuía ali mesmo, em um terreno baldio com visão total da faculdade. O êxtase era ver as pessoas seguindo suas rotinas enquanto eu mergulhava na minha putinha, com ela me satisfazendo oralmente.

"Estou tão excitada, mestre", Tânia ofegou enquanto olhava ao redor, a adrenalina correndo em suas veias.

Não era tudo perfeito. Houve momentos de discussão, onde a coloquei em seu lugar, lembrando-a de que estava ali para me servir e apenas isso. Após esclarecer os fatos, a levei a um loteamento novo. Mandei que tirasse a parte de cima da roupa e se colocasse no meio da rua. Ela obedeceu sem questionar, reafirmando quem estava no controle. Sob a luz da lua cheia, seu olhar encontrou o meu enquanto eu recebia o melhor dos boquetes. Quando estava prestes a gozar, ordenei que ficasse de joelhos, com a boca aberta e os seios expostos. A gozada foi gloriosa, e ao final, ela limpou meu pau com a boca, deixando minha marca em seu rosto até que chegasse em casa e pudesse lavá-lo.

"Você é meu mestre, eu sou sua", Tânia sussurrou, olhando-me nos olhos com devoção.

Que ela não se limpasse, para que minha porra secasse em sua pele e ela chegasse em casa com o aroma do sexo em seu corpo, como uma fiel depositária de meu prazer, obediente ao seu mestre.


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