Uma lição que a vida me ensinou é a importância de carregar
consigo o bom humor e um sorriso radiante, independentemente do lugar que se
esteja. Na academia, esse princípio se mantém, mesmo que não seja o meu
ambiente predileto. Não me privo de lançar um sorriso sincero, e é assim, nas
rotinas diárias, que me deparei com Maicon. Ele era um recém-chegado à cidade,
em busca de novas amizades, pois conhecia poucas pessoas por aqui. Embora sua
rotina de trabalho, que envolvia o pesado carregamento de sucata de fazendas
para revenda, não lhe permitisse frequentar a academia tão regularmente quanto
gostaria, sua atividade física não o impedia de cultivar um corpo robusto,
diria até mais imponente que o meu.
Com o passar do tempo, nossa relação se tornou mais próxima,
e percebi que Maicon exibia muitas fotos de sua esposa. Algumas dessas imagens
eram bastante íntimas, revelando detalhes da vida do casal. Isso inicialmente
me surpreendeu um pouco. Ele comentava sobre a intimidade conjugal com uma
quantidade de detalhes que, a meu ver, beirava a promoção da própria esposa,
algo que não era exatamente convencional. Em um dado momento, decidi fazer um
elogio mais ousado sobre uma das fotos que ele mostrou, na qual sua esposa
usava uma nova lingerie em um quarto de motel. Soltei um "uau, que mulher gostosa",
e para minha surpresa, em vez de se sentir ofendido, Maicon encorajou
comentários mais audaciosos, corroborando com o que eu disse.
Um dia, enquanto nos preparávamos para deixar a academia,
Maicon me propôs uma situação inusitada. Ele sugeriu que saíssemos juntos, para
compartilhar uma refeição e algumas bebidas com sua esposa. Explicou que ambos
não tinham muitos amigos na cidade e a presença de alguém novo seria bem-vinda.
Sem hesitar, aceitei o convite. No entanto, quando cheguei em casa, deparei-me
com uma mensagem que me deixou completamente perplexo diante dessa situação
intrigante:
_ Preciso ser honesto com você e pedir sua ajuda em algo
relacionado à minha esposa. Conto com sua confidencialidade e sigilo.
_ Que tipo de ajuda? E por que precisa de sigilo? _
respondi, já meio atônito com toda a situação.
_ Tenho desejos peculiares que gostaria de realizar com
minha esposa. Na verdade, eu falo para ela sobre esses desejos, mas acabo
exagerando um pouco na descrição. Ela conhece essa minha inclinação, pois já
era ciente disso antes de casarmos. No entanto, ela nunca teve a coragem de experimentar,
e percebo que você é a pessoa certa para ajudar nisso.
_ ...Não estou entendendo nada.
_ Quero que você a seduza e tenha relações íntimas com minha
esposa!
Ao ler aquelas palavras, minha mente ficou em suspenso. A
situação parecia absurda, e eu me peguei pensando se Maicon havia enlouquecido.
Nada daquilo fazia sentido, e todo o curso da nossa amizade estranha passou a
fazer algum sentido de repente. As fotos íntimas, os detalhes revelados, tudo
parecia uma preparação para esse momento. Após uma profunda inspiração, reuni
coragem para responder:
_ Maicon, o que está acontecendo? Isso não é um pedido
comum, muito menos uma forma de pedir ajuda.
_ Eu tenho desejado ser um cuckold há muitos anos. Fui o
primeiro homem na vida da minha esposa e gostaria que ela tivesse a
oportunidade de estar com outros homens.
_ Espere um momento, você está buscando isso da maneira
errada. Talvez você devesse procurar um casal para troca, ou um clube de
swing...
_ Eu não quero estar com outra mulher. Só quero vê-la com outro
homem.
_ Nunca passou pela minha cabeça que existissem desejos
assim. Você está realmente certo do que está pedindo?
_ Tenho certeza, é um desejo que carrego há muitos anos.
Então, você vai me ajudar ou vai continuar questionando e julgando?
_ Está bem, vou te ajudar. Mas confesso que não faço ideia
de por onde começar.
_ Eu conheço a minha esposa, sei como conquistá-la. Vou te
passar todas as informações sobre os pontos fracos dela para que dê tudo certo.
E assim começou nossa elaboração. Passamos uma semana
planejando cada detalhe desse encontro peculiar. Andressa, a esposa de Maicon,
não teria conhecimento da minha presença no local. No entanto, Maicon
compartilhou com ela que mencionava ter um admirador na academia, alguém que
tinha visto fotos ousadas dela e estava louco para estar com ela. Ainda, ele
alimentava o fetiche de ser chamado de "chifrudo" por ela, algo que
parecia excitá-la de alguma forma.
Armado com essas informações sobre Andressa, finalmente
chegou o dia marcado. Decidimos nos encontrar em um restaurante/bar da cidade.
Maicon e Andressa chegariam primeiro, e ele me alertaria assim que ela tivesse
tomado dois drinques, sinalizando que era hora de eu entrar em cena e começar a
preparar o terreno para o que estava por vir. Com o sinal positivo, avancei em
direção a eles, com meu coração batendo descompassado.
Ao chegar no local, deparei-me
com Maicon, que estava visivelmente nervoso, e sua esposa, Andressa. Permita-me
descrevê-la para você: Andressa era uma mulher gaúcha, de pele branquinha,
cabelos levemente loiros com um tom dourado, seios generosos, um bumbum
chamativo, lábios finos realçados por um batom vermelho, e olhos azuis
profundos. Havia passado por uma cirurgia estética alguns meses antes para
aprimorar ainda mais o seu já bem cuidado e esculpido corpo. Vestia um curto e
justo vestido vermelho que realçava suas curvas, e dançava de forma sutil ao
lado de Maicon, que estava tomando uma cerveja.
Com nervosismo e excitação, me
aproximei deles para o primeiro contato, consciente da delicadeza do que estava
prestes a fazer. Apresentei-me e notei que Andressa arregalou os olhos ao me
reconhecer, provavelmente a partir das histórias que Maicon contava sobre mim.
Fingimos que era uma incrível coincidência e que eu poderia me sentar com eles,
visto que haviam pedido uma porção de comida que parecia ser demais apenas para
os dois.
À medida que a conversa avançava,
Maicon frequentemente ia ao banheiro, aparentemente com a intenção de nos
deixar a sós. Aproveitava esses momentos para elogiar Andressa e iniciar uma
conversa mais íntima. Eram sinais sutis, mas eu seguia as dicas que Maicon
havia compartilhado sobre ela, como o fato de ela gostar de dançar. Tais
elogios pareciam derrubar as barreiras que ela mantinha.
Três horas se passaram desde que
nos sentamos à mesa, e a hora se aproximava de 1h da manhã. O restaurante/bar
estava anunciando o encerramento das atividades, e o atendimento estava
reduzido. Propus continuarmos a noite de forma mais íntima, sugerindo que eu os
guiasse para conhecer um mirante da cidade. Aceitaram a proposta, e para
"economizar gasolina", eu acompanharia Andressa e Maicon no mesmo
carro. Enquanto Maicon ficou para trás, eu caminhei com Andressa até o mirante.
Seus olhos brilharam ao
contemplar a cidade de cima. Ela demonstrava apreciação por tudo o que via. Com
um abraço suave, aproximei-me dela por trás e elogiei seus cabelos e lábios,
tocando pontos que Maicon tinha sugerido como pontos sensíveis. Ela parecia
mais à vontade, e o álcool combinado com nossa conversa aprofundada criava uma
atmosfera de conexão.
Procurei Maicon e o avistei em um
canto mais escuro, claramente excitado pela cena, mas tentando não atrapalhar o
andamento das coisas. Entre nossos amassos, encorajei suas mãos macias a irem
para dentro das minhas calças, e ele agarrou meu membro com força, mostrando
sua excitação enquanto observava discretamente.
Em meio àquela situação, sugeri
irmos para um lugar mais reservado para explorar ainda mais o momento. Todos
concordaram, e enquanto Maicon dirigia em direção a um motel, onde o casal
costumava ir para momentos mais íntimos, nos posicionamos no banco de trás.
Andressa, agora sem calcinha, começou a me ajudar a tirar minha calça, e a
visão dela agachada me deixou claramente excitado. Ela puxou minha calça, e meu
membro saltou para perto de seu rosto. Sem hesitar, ela o abocanhou,
chupando-me com vontade, enquanto mantinha seus olhos fixos em seu marido
observando no canto do carro.
Pedindo a Maicon para ligar a
banheira da suíte, continuei aproveitando o momento com Andressa. Nosso contato
estava cada vez mais intenso e quente. Após três horas de interação naquele
ambiente, o relógio se aproximava da 1h da manhã. O restaurante estava prestes
a fechar, e o casal se preparava para partir. Propus a ideia de continuarmos a
noite de forma mais íntima, sugerindo que eu os guiasse para um mirante da cidade,
onde poderíamos apreciar a vista panorâmica.
A proposta foi aceita, e enquanto
Maicon ficava para trás, eu caminhava com Andressa até o mirante. Seus olhos
brilharam de admiração diante da vista da cidade iluminada. Aproveitei o
momento para me aproximar dela por trás, abraçando-a suavemente. Minhas mãos
deslizaram por seu corpo enquanto elogiava seus cabelos e lábios, pontos que
Maicon havia me dito serem sensíveis para ela. Com a combinação do álcool e da
nossa conversa íntima, Andressa parecia mais relaxada, e uma conexão começava a
se formar entre nós.
Percebi que Maicon estava
discretamente observando a situação a certa distância, evidenciando sua
excitação. Entre nossos amassos, encorajei suas mãos macias a explorarem o
interior das minhas calças, e ele agarrou meu membro com firmeza, mostrando sua
excitação enquanto observava disfarçadamente.
Em meio àquela situação, sugeri
que encontrássemos um lugar mais reservado para explorar a intimidade com mais
intensidade. Todos concordaram, e enquanto Maicon dirigia em direção a um
motel, onde costumavam ter momentos íntimos, nos acomodamos no banco de trás do
carro. Andressa, agora sem calcinha, me ajudou a tirar a calça, e a visão dela
agachada provocou minha excitação. Quando ela abaixou minha calça, meu membro
saltou para próximo do seu rosto. Ela não hesitou e o abocanhou, chupando-o com
avidez, enquanto mantinha os olhos fixos em seu marido que observava
discretamente pelo retrovisor o que acontecia no fundo do carro.
Chegamos ao motel e Maicon
escolheu uma suíte com uma banheira. Ao entrarmos no quarto, tirei minha camisa
e pedi a Andressa que me ajudasse a tirar a calça. Com um olhar provocante, ela
se agachou, abrindo as pernas e revelando que estava sem calcinha. A visão
aumentou minha excitação, e quando ela puxou minha calça, minha cueca veio
junto e meu membro ficou à vista, próximo ao seu rosto. Sem demora, ela o
abocanhou, chupando-o com vontade. Seus olhos não estavam em mim, mas sim em
Maicon, que observava a cena discretamente no canto da sala.
Instruí Maicon a ligar a
banheira, aproveitando o momento íntimo com Andressa. Ele fez conforme
sugerido, enquanto sua esposa, mãe de seus filhos, se entregava à ação de
chupar outro homem bem diante de seus olhos. Durante a interação, peguei
Andressa pelos cabelos e gentilmente direcionei seus movimentos, fazendo-a
engolir o máximo que podia do meu membro, até que ela engasgasse. Depois,
retirei meu membro de sua boca devagar e fiz uma provocação, deslizando-o em
seu rosto antes de dar um tapa suave, deixando-a à mercê do prazer e da
intensidade do momento.
Maicon nos avisa que a banheira
já estava enchendo, solto seu vestido ao chão. Com um gesto, indico que ela
entrasse primeiro, dou-lhe um tapa em sua bunda. Ela se acomodou na água e me
chamou, e percebi que a banheira ainda estava enchendo. Sentei-me na borda, com
os pés na água, enquanto ela continuava a me proporcionar prazer oral. Ela
aplicava uma pressão firme, ocasionalmente produzindo estalos, enquanto nosso
olhar se cruzava, incluindo o de Maicon.
_era isso que tinha em mente,
você realmente queria isso, Maicon? Se você não queria, agora é tarde. Vou
estar com ela de qualquer maneira._
_Só para constar, prefiro ser
chamado de "chifrudo". A palavra "corno" parece insinuar
que não estou de acordo. Dá a entender que vocês estão agindo às escondidas._
_Chamarei de "corno"
sim, mas no sentido de um "corno manso". Se reclamar, posso até
orientar a sua esposa a te chamar de "ninho", uma forma mais amena de
"corninho", hahaha._
Ele apenas concordou com um
movimento de cabeça e retornou ao canto escuro, nos observando enquanto se
entregava à sua própria excitação.
Aproveitei o cenário da banheira,
abraçando-a por trás e acariciando seus seios. Minha mão explorou sua pele,
deslizando suavemente por seu corpo, enquanto meu toque acariciava sua
intimidade. O desejo que antes era somente dele agora parecia estar se tornando
uma ânsia compartilhada entre nós.
Perguntei a Maicon se ele havia
se preparado, lembrando-o da camisinha que havia mencionado. Ele se dirigiu ao
carro e voltou com o pacote, colocando-o sobre a cama antes de retornar ao seu
canto. Decidimos então nos deitar e, enquanto ela enxugava meu corpo, solicitei
que ela me proporcionasse prazer oral para preparar o momento que viria a
seguir.
Após a proteção ser colocada, ela
se posicionou de quatro na cama, apoiada na cabeceira. A penetração foi
intensa, revelando a apertada intimidade dela. Seus gemidos eram apaixonados,
ecoando com um desejo palpável. Logo, seu clímax chegou, sua bocetinha
apertando meu pau.
Agora, era sua vez de estar por
cima. Maicon pegou uma câmera para registrar o momento, capturando o instante
em que ela cavalgava, uma imagem que ficaria marcada em sua memória como
testemunha do novo caminho que trilhavam.
Coloquei-a novamente de quatro,
seu entusiasmo continuava, gemendo alto quase gritando. Chamei Maicon para calasse
sua esposa, que logo o fez colocando seu membro na boca se sua esposa que
atualmente me servia como uma puta, enquanto ele testemunhava de perto como
nosso desejo se materializava. Ela se adaptava ao meu ritmo, enquanto a chamava
de vadia.
_ Olhe com atenção para o que
você possui em casa e para um pau de verdade que está experimentando agora._ A
discrepância em tamanho era evidente.
Ela observou os dois órgãos diante dela, segurando firmemente o meu enquanto soltava o do seu marido. Em seguida, pedi a ele que explorasse a bocetinha que estava agora arrombada, e ele prontamente atendeu, claramente excitado pelo que estava ocorrendo. Sua esposa, entregando-se a prazeres compartilhados, oferecia prazer oral a outro homem enquanto ele explorava uma bocetinha que havia sido recentemente usada. Não demorou mais que dois minutos para que ele atingisse o clímax.
Enquanto ela continuava a me
proporcionar prazer oral, me afastei um pouco e perguntei onde ela gostaria que
eu terminasse. Apontando para seus seios, ela os apertou, olhando para mim.
Assim, completei o ato, sentindo-me satisfeito com o dever cumprido.
Após compartilhar um banho,
Maicon assumiu a responsabilidade pelo pagamento do motel e me levou de volta
ao local de partida, onde havíamos nos encontrado pela primeira vez. Regressei
para casa, saciado e satisfeito após o ménage que havíamos vivenciado, enquanto
percebia despertar em mim um certo fascínio por mulheres comprometidas.
No dia seguinte, Maicon tentou
agendar outro encontro, mas recusei educadamente, explicando que talvez não
houvesse mais oportunidades. Ele persistiu, mencionando o desejo de sua esposa
de me ter como um elemento constante em suas vidas. Respondi que as coisas não
funcionam dessa forma e decidi bloqueá-los, para que entendessem que o
"Sr. Bull" não está aqui para satisfazer vontades alheias, mas sim
para definir seus próprios termos.


Nenhum comentário:
Postar um comentário