sábado, 1 de julho de 2023

O adeus de Thamyres

    Estava prestes a chegar o dia do nosso reencontro, e a ansiedade me envolvia por completo. Saber que a nosso sexo ia além da mera química era como uma combustão intensa, algo que o destino tentava desesperadamente separar, devido ao perigo que essa conexão representava quando entrava em contato.

    Senhorita Thamyres, com a bunda mais bela que meus olhos já viram. Naturalmente empinada, cativava-me como um apreciador desses atributos desde o momento em que meus olhos pousaram em seus quadris. Desde aquele instante, fui cativado, hipnotizado pelo desejo de possuir esse corpo. Embora tenhamos diversas histórias juntos, desta vez vou contá-la de maneira diferente. Não começarei pelo começo, mas sim pelo desfecho - ou, pelo menos, como ela acredita que tenha terminado.

    Deixe-me primeiro apresentar a personagem central, Thamyres: seu bumbum redondo e empinado era simplesmente fascinante, com uma cintura fina que contrastava com pernas definidas e torneadas. Seus seios eram delicados e seu olhar carregava um toque de ousadia, refletindo o seu interior. Sua boceta, apertada e sempre pronta para mim, a cada toque meu a fazia se molhar. No entanto, essa mulher era mais do que apenas sensualidade. Com seu cabelo curto - um sinal de mulher perigosa e destemida - e uma mancha em forma de coração em sua perna, ela exibia uma mistura de ousadia e fofura.


    Após um longo período sem nos envolvermos intimamente, mas com a mesma chama ardendo dentro de nós, retomamos nossas conversas e começamos a planejar um reencontro. Ela insistia que queria que nossa relação permanecesse no nível de bons amigos, sem ultrapassar esses limites. No entanto, eu vi isso como um desafio. Era hora de mostrar a ela que meu toque era algo que ela ansiava profundamente, algo que a faria desejar minha presença junto à dela, e dentro dela.

    Antes do nosso encontro, parei em uma adega e escolhi dois vinhos frisantes Lambrusco, conhecidos como "o vinho dos namorados". Era minha maneira de preparar o cenário, caso fosse necessário. Eu acreditava que a presença do vinho complementaria minha própria presença ao redor de seu corpo delicioso.

    Nossas conversas diárias continuavam, e as fotos que trocávamos eram mais sugestivas. Eu compartilhei uma imagem pós-academia, meu corpo suado e esculpido, criando uma memória visual que certamente provocava desejos sensuais em sua mente. Eu fui um pouco mais ousado, enviando um vídeo íntimo, aguardando ansiosamente o toque de suas mãos deslizando sobre meu corpo, assim como antes. Ela respondia com um crescente desejo a cada interação.

    No dia que planejamos nos encontrar, estava marcado para as 19h. No entanto, às 13h, eu resolvi enviar um açaí até sua casa com uma mensagem cifrada: "Sua melhor Versão". Minutos depois, ela tentou cancelar nosso encontro. Minha resposta foi simples: aceite o que está em sua porta. Houve um breve momento de ausência, mas logo ela retornou, exibindo um sorriso radiante. Ela estava claramente animada com a mensagem, e sugeriu que nos encontrássemos mais cedo. Pedi apenas uma hora e concordamos em nos encontrar no local de sempre.

    Quando o horário chegou, dirigi-me à praça que geralmente visitávamos à noite. O calor do dia era intenso, e logo ela chegou em sua moto. Seu sorriso era contagiante, mesmo diante do calor. Estacionou a moto próxima ao meu carro e se juntou a mim:

_ O dia está realmente quente para ficarmos aqui. _ exclamei, manifestando minha surpresa.

_ Sim, eu também percebi. Não estava esperando por esse calor.

_ E que tal se eu te levar para um lugar mais fresco?

_ Que lugar seria esse?

_ Apenas diga sim se estiver disposta a ir a qualquer lugar comigo.

_ Sim.

    Era minha chance. Naveguei pelas ruas da cidade e nos dirigi a um lugar onde tivemos ótimos momentos juntos anteriormente - um motel. Escolhi o mesmo quarto temático, completo com uma moto dentro, permitindo que a criatividade fluísse.

    Assim que entramos no quarto, coloquei os vinhos no frigobar. Brinquei com ela:

_ Você já veio com más intenções para o nosso encontro, não é?

_ Prefiro dizer que estou apenas sendo cauteloso. Você sabe como fico depois de algumas taças de vinho, e também conheço bem o efeito que o vinho tem sobre você.

    Ela soltou uma risada e se sentou na cama, seus olhos percorrendo meu corpo de cima a baixo, enquanto mordia os lábios com um olhar cheio de desejo. Eu me aproximei e subi sobre o seu corpo, dando-lhe um beijo longo, pressionando meu membro já duro contra ela. A minha excitação estava clara, evidenciada pela proximidade de nossos corpos.

    As mãos dela deslizaram suavemente pelo meu corpo, agora desprovido de roupas, como se estivesse matando a saudade de cada centímetro. Suas mãos eram quentes e macias, e eu a conduzi até o meu membro, já rígido, ansioso para sentir o contato dela. Mantendo o olhar fixo nos olhos dela enquanto me masturbava, eu sussurrei:

_ Me chupa, minha puta!

_ Sim, senhor!

    A boca dela me envolveu com fervor, como se desejasse saborear cada pedaço de mim, saciando sua fome e desejo. Eu sabia que precisava assegurar sua satisfação, prometendo dar-lhe tudo o que ela precisava, eternizando aquele momento para que ninguém jamais pudesse superá-lo.

    As roupas dela caíram ao chão, e eu me ergui, ordenando que ela ficasse de quatro na beira da cama. Queria possuí-la enquanto ambos desfrutávamos da cena refletida pelos espelhos em todos os ângulos possíveis. Ela se posicionou prontamente, como uma boa submissa, ansiosa e entregue a seu dono. Enquanto ela rebolava em minha língua, sua boceta encharcada de tesão, eu saboreava cada momento.

    Dominada pelo desejo, sua faceta ousada se mostrava claramente, sem resistência. Para verificar se ela ainda lembrava e seguia o que eu havia ensinado, perguntei:

_ A quem você pertence?

_ Ao senhor, meu dono.

    Após essa afirmação, penetrei-a com força, iniciando um ritmo vigoroso, como um animal possuído pelo desejo. Cada tapa em sua bunda deixava uma marca avermelhada, indicando o calor do momento. Enquanto a provocava, deixei claro que naquela noite ela era apenas minha.

    Puxei seu cabelo e desferi um tapa forte em seu rosto, vendo um sorriso brotar, indicando que ela adorava ser tratada dessa forma. Ela se entregava ao papel de submissa, como uma cadela no cio, rebolando sem nenhum pudor.


    Deito-me na cama e ela se posiciona por cima de mim, guiando meu membro para sua parte íntima, os meus dedos pressionam e massageiam o seu clitóris, que agora está reagindo com espasmos, indicando que o seu primeiro orgasmo está próximo. Seguro-a firmemente, seus braços pressionando-a para ir mais fundo, enquanto aumento a intensidade do toque seu clitóris, até que ela finalmente goza sobre mim, gritando com uma entrega quase submissa, me encharcando com seus fluidos.

Delícia! exclamo, enquanto Thamyres tenta recuperar o fôlego. A sua expressão de prazer aumenta o meu próprio desejo.

    Olho para ela e pego um dos vinhos que já estava gelado:

Vamos tomar algo para ajudar você a se recuperar do primeiro orgasmo do dia.

Enquanto ela bebe, ela brinca:

O vinho só não está tão gostoso quanto o gosto do seu pau.

    Brinco de volta:

Talvez misturar o útil ao agradável torne o vinho ainda mais gostoso para você.enquanto jogo um pouco do vinho da garrafa em meu membro ainda rígido.

    Ela não hesita, ajoelha-se e começa a me chupar. Eu me acomodo sentado, uma taça de vinho é entregue a mim, enquanto ela volta a me dar prazer oral. Neste momento, percebo que o vinho nunca pareceu tão bom, degustando-o enquanto recebo um boquete tão prazeroso. A sincronia entre a sensação na minha boca e no meu membro é quase transcendente.

    Empurro-a de volta para a cama e peço que fique sentada, recostada nos travesseiros e na cabeceira. Dessa posição, ela tem apoio enquanto a penetro com intensidade. Exploro seu corpo, lambendo seu pescoço e seios, desfrutando do gosto do vinho misturado com o sabor dela. Seus gemidos se intensificam enquanto vario entre beijos e penetrações profundas. Decido apimentar a situação.

    Minha mão desce até o seu clitóris, mesmo depois de suas ressalvas. Acerto-a com um tapa, apertando seu pescoço suavemente, fazendo-a virar os olhos. Minha mão continua o movimento, finalmente a levando ao segundo orgasmo.

    A moto no quarto chama minha atenção. A ideia de usá-la como cenário ainda não havia sido explorada. Vou até a moto e a instruo a montar e empinar a bunda. Antes que ela possa subir, dou-lhe um tapa vigoroso naquela bunda maravilhosa, sentindo uma excitação instantânea. A sensação da pele sob meus dedos é incrivelmente prazerosa. Monto na garupa, direcionando-me para encontrar a posição dela. Parece estar cheia de energia, ansiosa por cada centímetro e segundo do nosso encontro.

    Peço que ela empine ainda mais e elevo a bunda, iniciando um ato de paixão em cima da moto. O espelho reflete nossa imagem, quanta depravação, dois corpos em um ápice de prazer, entregues como animais. A memória dessa cena intensa é suficiente para reacender o desejo a qualquer momento.

    Enquanto puxo os cabelos dela e dou tapas em sua bunda, seus gemidos se tornam mais intensos a cada contato. Vejo suas pernas tremerem sobre a moto, seus líquidos escorrendo pelas pernas. A terceira onda de prazer a domina.

    O cansaço é visível, e a banheira já está cheia. Pego a segunda garrafa de vinho, perfeita para a ocasião. Entramos na água quente, segurando taças geladas, prontos para conversar como adultos, com um toque especial e sem roupas.

    A cada gole, risadas ecoam pelo ambiente. Notando que ela não larga meu membro, brinco:

Com medo de que ele escape?

Estou apenas aproveitando algo de que estava com saudades ela responde.

Estava com saudades só do meu pau? E de mim, não?

Não posso ter saudades dos dois? Afinal, estou falando com você e minha mão está nele.

    Mais risadas preenchem o espaço enquanto nos beijamos, embalados pelo vinho que faz efeito. Comento sobre três pedidos que tenho:

Primeiro, quero um registro desse dia para guardar.

    Ela concorda com um aceno de cabeça.

Segundo, deixarei você escolher onde quiser que eu goze.

    Ela riu e assentiu novamente.

_Terceiro, que quero experimentar o seu sexo anal, uma bunda apaixonado que sou, se já é gostosa assim por fora, por dentro deve ser uma loucura. _ disse eu com um sorriso sugestivo.

    Ela olha para mim e após uma breve pausa, ela assentiu com um sorriso travesso.

    Eu estava ansioso por mais algumas horas de intimidade antes de encerrar aquele dia da melhor maneira possível, sabendo que o exercício físico que estávamos praticando era realmente o melhor tipo de "cárdio" que poderíamos ter.

    Após sairmos da banheira, percebemos que o celular dela continuava tocando incessantemente. Ela mostrou que seu ex-namorado estava ligando e sugeri que ela atendesse. Com as várias ligações que ele já havia feito, parecia ser uma falta de educação não responder e também uma oportunidade ímpar para aproveitar.

    Ela atendeu a ligação e respondeu com um educado:

_Oi? Estou na casa de uma amiga. O que você quer falar?

    Enquanto ela estava ocupada ao telefone, continuei oferecendo a ela um carinho oral delicado, enquanto lhe fazia um sinal para ficar em uma posição específica. Ela obedeceu, ficando de quatro na cama, com uma expressão de prazer evidente em seu rosto.

    Com cautela, a penetrei suavemente, tomando cuidado para que os sons não saíssem audíveis na ligação. Enquanto eles conversavam, nós dois estávamos envolvidos naquele momento íntimo, e a excitação dela não podia ser escondida. Gradualmente, aumentei o ritmo, e sua voz ao telefone começou a tremer, e então ouvi:


_Você está bem? Sua voz está diferente.

_Estou sim, acho que minha rinite está atacando.

_Vai tomar um remédio, meu amor.

_Tô tomando... (ela abafa um gemido com o rosto no colchão) ...vou ali tomar mais um pouco, depois a gente se fala.

_Ok, te amo... (ela desliga a ligação).

    Ela começa a gemer intensamente enquanto continua a contar para mim:

_Seu... cachorro, olha o que você faz comigo. Você tira completamente minha razão, me deixa totalmente submissa aos seus desejos e o pior de tudo... (ela pausa enquanto tem espasmos e começa a gozar intensamente, se contorcendo) ... eu ADORO! Adoro como você me faz sentir livre e o prazer que você me proporciona.

    Com meu próprio tesão acentuado pelo seu orgasmo, meu pau está pingando, então o aproximo da sua boca brincando:

_Vem tomar seu remedinho, DIPIROCA, ha ha ha, não poderia perder essa oportunidade.

    Nós rimos juntos e ela se aproxima com vontade, me chupando como se estivesse saboreando um pirulito delicioso.


_Ei, você é insaciável, nem parece que já gozou quatro vezes hoje. Se continuar assim, teremos que passar a noite inteira para saciar esse fogo._

_ Só estou tomando meu "remedinho", uma pena que não tenhamos tanto tempo. _ enquanto ainda focada no ótimo oral que me fazia.

    Ela estava certa, não tínhamos tanto tempo assim, afinal, levávamos vidas separadas. Mas naquele momento, estávamos vivendo a melhor versão um do outro.

    Ainda me chupando, ela me olha com um olhar provocante e diz:

_ Esse "remédio" vai fazer mais efeito como "supositório"._

    Com meu membro em sua boca e seu olhar ansioso por ação, ela se empina de quatro e balança os quadris, mostrando sua natureza ousada.

_ Verdade, mas antes, vamos tirar uma foto de lembrança. Vamos até a moto, ela vai eternizar esse momento._

    Nós nos levantamos da cama e nos dirigimos até a moto. Ela ficava maravilhosa nua sobre o assento da motocicleta. Tirei algumas fotos de lembrança e fomos além. Começamos a nos envolver em uma nova rodada de intimidade em cima da moto, com ela virada na direção contrária. Enquanto isso, me olhava através do espelho, sabendo que estávamos nos filmando. O tesão crescia rapidamente, e eu sabia que precisávamos parar antes que eu chegasse ao clímax antes de realizar o desejo de estar com ela daquela forma.

    Depois de uma lubrificação adequada, comecei a introduzir cuidadosamente em seu ânus. Ela pediu mais lubrificante, e após prepararmos bem, começamos a explorar esse novo terreno. Com movimentos lentos, ela se acostumou com a sensação, encontrando prazer na novidade.

    E então, ouvi uma das frases que mais me excitaram:

_ Goza no meu cuzinho vai, enche ele com sua porra.

    Comecei a aumentar o ritmo das investidas, enquanto sentia meu clímax se aproximando. Gozei intensamente, prolongando meu orgasmo e desencadeando o quinto orgasmo dela! Era o ápice da nossa noite.

    Ficamos parados por um momento, absorvendo aquela sensação de êxtase. Olhei para ela, que me encarava com um sorriso no rosto, quase sussurrando "cinco vezes, uau". Respondi com um sorriso e a levei para o banheiro. Nossas quatro horas de prazer estavam chegando ao fim, e um último banho nos aguardava, marcando a despedida daquela noite que se tornaria inesquecível.


    E mais uma vez: "Ninguém jamais saberá tudo sobre nós".

    A roda da vida gira, e apenas nós conheceremos nossa melhor versão.


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